
Excelente crítica na edição de Janeiro da revista LER a O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa. (Por Sara Figueiredo Costa.)



É já amanhã, às 15H30 no festival internacional de banda desenhada Amadora BD (Fórum Luís de Camões - Brandoa), o lançamento de O Pequeno Deus Cego, escrito por mim, desenhado por Pedro Serpa e legendado por Mário Freitas (Kingpin Books). Com as presenças do editor e autores.Informo que O Pequeno Deus Cego contém um prefácio exclusivo de Nelson Dona, director do festival Amadora BD.


«É a voz vermelha da morte que vai uivar esta noite.A vida da pequena Sem-Olhos torna-se uma tragédia quando a mãe determina que ela seja iniciada num sangrento rito tradicional, mas ainda mais doloroso é o grande segredo da família, oculto no passado, que duas personagens misteriosas irão desmascarar. Poderá Sem-Olhos ser um pequeno deus sobre a terra? O Pequeno Deus Cego é uma história alegórica, de contornos herméticos, passada numa fabulada China ancestral. Filosófica e visceral, em simultâneo, é uma banda desenhada que irá resgatar o leitor das trevas para a luz.»






O desenho e as cores de O Pequeno Deus Cego já estão terminados. Este álbum de banda desenhada, escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa será lançado no próximo Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, numa edição da Kingpin Books.

«É de Noite Que Faço as Perguntas é uma história que parte da cronologia e dos factos históricos pertencentes ao período da primeira república portuguesa para se apresentar como uma poderosa observação sobre a vida, a política e o modo como ambas se influenciam.
Mergulhado num regime autocrático, de natureza indefinida, em meados do século XX, um pai tenta recuperar o filho, caído no seio do partido, escrevendo-lhe as memórias que experimentou nos anos da primeira república: tempo em que o ideal de cidadania era a participação activa e não o recolhimento sob o jugo ditatorial.
Escrito por David Soares e desenhado por Jorge Coelho, João Maio Pinto, André Coelho, Daniel Silvestre da Silva e Richard Câmara, É de Noite Que Faço as Perguntas é, em simultâneo, um poético fresco de época, um ensaio filosófico pungente e uma banda desenhada ímpar.»










