Fazem falta mais momentos de celebração da leitura.
Mostrar mensagens com a etiqueta FNAC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FNAC. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de abril de 2018
David Soares na Maratona de Leitura FNAC Colombo 2018
Fazem falta mais momentos de celebração da leitura.
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Leitura na FNAC Colombo
No próximo dia 23 (segunda-feira), às 16H50 em ponto, irei estar no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, para participar com uma leitura na Maratona de Leitura com que se assinalará o Dia Mundial do Livro. Cada autor convidado lerá durante dez minutos. Divulguem e apareçam.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
"Piscis"
Canção "Piscis" do álbum Cabaret Portugal de La Chanson Noire, interpretada por Charles Sangnoir no fórum da loja FNAC do Algarveshopping. Com participação especial em spoken word por David Soares.
Etiquetas:
Cabaret Portugal,
Charles Sangnoir,
David Soares,
FNAC,
La Chanson Noire,
Piscis,
spoken word
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
"O Pequeno Deus Cego": apresentações em Lisboa e Porto

No próximo dia 20 (Sexta-Feira), às 18H30, eu, o desenhador Pedro Serpa e o editor Mário Freitas iremos estar no fórum da loja FNAC do Chiado (Lisboa) para apresentar o álbum de banda desenhada O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books). A apresentação de Dezembro de 2011 fora cancelada por culpa de um problema de saúde inesperado do Pedro (felizmente já resolvido) e será uma oportunidade única para ouvirem o que nós temos a dizer sobre o livro, assim como para levarem para casa um exemplar autografado e desenhado.
E em seguida, no próximo dia 28 (Sábado), às 17H00, eu e o Pedro iremos ao Porto apresentar O Pequeno Deus Cego na livraria de banda desenhada Mundo Fantasma (Shopping Center Brasília, Avenida da Boavista, 267, 1º. Andar): esta apresentação será, também, a inauguração de uma exposição de pranchas originais do álbum na galeria de arte da livraria.
E em seguida, no próximo dia 28 (Sábado), às 17H00, eu e o Pedro iremos ao Porto apresentar O Pequeno Deus Cego na livraria de banda desenhada Mundo Fantasma (Shopping Center Brasília, Avenida da Boavista, 267, 1º. Andar): esta apresentação será, também, a inauguração de uma exposição de pranchas originais do álbum na galeria de arte da livraria.
domingo, 27 de novembro de 2011
Adiamento da apresentação de "O Pequeno Deus Cego"

Caros leitores: a apresentação marcada para o próximo dia 30, no fórum da loja FNAC do Chiado, do álbum de banda desenhada O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books) encontra-se adiada, por motivo de saúde do desenhador Pedro Serpa. Quando ele recuperar, logo se marcará uma nova data, que será, nessa altura, comunicada.
Etiquetas:
Apresentações,
David Soares,
FNAC,
Kingpin Books,
Lançamentos,
Mário Freitas,
O Pequeno Deus Cego,
Pedro Serpa
domingo, 20 de novembro de 2011
Apresentação na FNAC Chiado de "O Pequeno Deus Cego"
«Há que confiar na Providência. Ela olhará por nós.»
Em O Pequeno Deus Cego, escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa. Uma edição da Kingpin Books: a apresentação no fórum da loja FNAC do Chiado é já no próximo dia 30, às 18H30. Apareçam.
Etiquetas:
Apresentações,
David Soares,
FNAC,
Kingpin Books,
Lançamentos,
O Pequeno Deus Cego,
Pedro Serpa
domingo, 13 de novembro de 2011
Apresentação na FNAC Chiado de "O Pequeno Deus Cego"
Um encontro imediato de 3º grau, no qual a carne desprende-se dos ossos.
Em O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa.
Apresentação do álbum no fórum da loja FNAC do Chiado (Lisboa), no próximo dia 30, às 18H30, com as presenças dos autores e do editor Mário Freitas.
Em O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa.
Apresentação do álbum no fórum da loja FNAC do Chiado (Lisboa), no próximo dia 30, às 18H30, com as presenças dos autores e do editor Mário Freitas.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Passatempo "O Pequeno Deus Cego"

Até ao próximo dia 20 de Novembro enviem para o email cadernosdedaath(at)gmail.com duas perguntas sobre o álbum de banda desenhada O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), uma dirigida a mim e outra a Pedro Serpa. Iremos escolher as perguntas mais interessantes e imaginativas e publicaremos as respostas nos nossos respectivos weblogs no dia 1 de Dezembro.
Contudo, seleccionaremos as duas melhores questões para respondermos ao vivo na apresentação de O Pequeno Deus Cego que ocorrrerá no dia 30 de Novembro, às 18H30, no fórum da loja FNAC do Chiado, com as nossas presenças e a do editor Mário Freitas. Se os autores das perguntas respondidas ao vivo estiverem na assistência, levarão para casa um exemplar assinado de O Pequeno Deus Cego.
Sejam criativos.
Contudo, seleccionaremos as duas melhores questões para respondermos ao vivo na apresentação de O Pequeno Deus Cego que ocorrrerá no dia 30 de Novembro, às 18H30, no fórum da loja FNAC do Chiado, com as nossas presenças e a do editor Mário Freitas. Se os autores das perguntas respondidas ao vivo estiverem na assistência, levarão para casa um exemplar assinado de O Pequeno Deus Cego.
Sejam criativos.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
"Batalha": A Caveira

«A primeira vez que Batalha viu uma caveira, pensou que fosse um desvairamento, estimulado pela febre que sentia; pois que frenesi da Natureza, ou até dos próprios Pais do Mundo, teria gerado algo tão invulgar?
Os dois irmãos, mais o amigo deles, tinham-no levado para as catacumbas que a comuna de ratos domésticos construíra no subsolo, pejado de ossadas, da igreja matriz. Foi durante esse caminho tortuoso, ao longo de túneis apertados, pelos quais a ratazana mal era capaz de passar, que ela viu as relíquias da corrupção humana que, entre a terra, observavam como sentinelas os roedores peregrinos. Sem nenhum conhecimento das hierarquias que regiam a sociedade dos homens, Batalha não sabia que os ossos que encontrava, alguns interpostos em esqueletos mais ou menos intactos, outros desbaratados pelos ínfimos movimentos da terra, mas todos tapados por trapos, tinham servido de sustentáculo às carnes mais afortunadas, em oposição aos ossos dos pobres, inumados numa vala vizinha.
A caveira que o impressionou, desdentada e pintalgada de pretidão, retinha uma imperturbável atitude altiva — era um génio subterrâneo, que guardava a passagem com um sinal de sobranceria, de displicência. Teias de linho, miscigenadas com filigranas fungongóricas, amarravam-na à terra humedecida e, no seu interior, observável através das órbitas ocas, encontravam-se excedentes cefalóides: um forro feito de antigualhas, agora fossilformes. Acometido de febre, fomentada pela briga com os gatos, Batalha perdeu a consciência enquanto passava à frente dessa caveira, esse ex-homem; e, num derradeiro instante de lucidez, antes de descair para as profundezas piréticas, ele lembrou-se de Pedranceiro e pensou que, com efeito, todos os homens — e todos os bichos — eram feitos de pedra, por dentro.
Vive-se para sonhar, para ver as maravilhas do mundo, para amar, e é para isso que a carne serve, mas, no final, quando a carne se estraga, volta-se a ser a pedra que se foi no início — a pedra honesta que, apesar da carne e dos anos, subsiste. Nada era mais rudimentar que essa pedra. Nada era mais tosco.
Mas também nada era mais verdadeiro.
Mais ético.»
O meu novo romance Batalha (Saída de Emergência) será lançado na próxima sexta-feira, dia 15, às 19H00, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Contará com a minha presença, com a do ilustrador Daniel Silvestre da Silva e com a do editor Luís Corte Real.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Obrigado.
Ilustração: Daniel Silvestre da Silva.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Lançamento de "Batalha"

O lançamento de Batalha (Saída de Emergência) será no dia 15 de Julho, às 19H00, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Contará com a minha presença, com a do artista Daniel Silvestre da Silva, que desenhou as ilustrações do romance, e do editor Luís Corte Real.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Até lá.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Até lá.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Meu texto sobre Fantástico no catálogo da FNAC
As lojas FNAC estão, as we speak, e até 17 de Novembro, a realizar uma grande campanha sobre literatura fantástica: consiste numa promoção de uma enorme diversidade de excelentes livros fantásticos, de diversos géneros, desde a Fantasia, o Horror e a Ficção Científica, à disposição de todos os leitores que se queiram iniciar nesses universos, assim como uma oportunidade para os entusiastas encontrarem alguns títulos que lhes faltem nas colecções. Para o efeito, fez-se um catálogo comercial, com todos os livros destrinçados e incluídos.
Com a certeza de que a maioria dos livros que nele se incluem são bons, e que até estão presentes muitas boas surpresas, escrevi um texto introdutório que, pese as limitações que um texto sintético desta natureza sempre traz atreladas a priori, espero que suscite o vosso interesse. Ei-lo:
Com a certeza de que a maioria dos livros que nele se incluem são bons, e que até estão presentes muitas boas surpresas, escrevi um texto introdutório que, pese as limitações que um texto sintético desta natureza sempre traz atreladas a priori, espero que suscite o vosso interesse. Ei-lo:
A imaginação é luz. Sem ela, seríamos matéria cega.
A palavra grega phantastikós significa relativo à imaginação, logo toda a literatura é fantástica porque é imaginada; no entanto, convencionou-se que apenas alguma merece ser assim baptizada: a de menor grau de proximidade com o real. Mas quantas vezes não se critica de modo negativo um livro porque tem “demasiada fantasia”?
O preconceito nasce da noção errónea de que a arte deve ser um mimetismo da realidade, mas o que é isso? Será “demasiada fantasia” aspirar-se a alcançar outros mundos? Esperar que por trás dos pesadelos existam sonhos? E que ao perguntar coisas a esses sonhos, descubramos que eles nos podem responder?!... A literatura fantástica é a luz emitida pelos seus escritores – e o que é que faz a luz, senão mostrar o caminho?
Mostrar-nos caminhos, o Fantástico tem feito, levando-nos a alcançar, de facto, outros mundos, a delapidar os piores pesadelos e a ensinar-nos como se tratam os sonhos por tu. Um bom livro de ficção científica, de horror ou de fantasia é, ao mesmo tempo, um bilhete e um mapa de territórios para os quais é preciso coragem para entrar, porque é preciso coragem para imaginar.
A imaginação é a maior riqueza que temos: é um tesouro – e os tesouros foram feitos para ser conquistados. Às vezes, esgravata-se mais do que se deveria e libertam- se coisas perigosas. É por isso que nós, escritores de literatura fantástica, existimos: somos salteadores profissionais, calejados nas armadilhas que existem nos caminhos onde crescem as histórias. Sabemos voltar com vida, de cabeças cheias, e os relatos das nossas viagens enchem as páginas dos livros que podem encontrar neste catálogo.
Felizmente, ao virar da página, podem encontrar muitos títulos de qualidade, mas não quero fazer de vosso Virgílio, porque cada leitor entra sozinho nos Infernos ou distopias que escolhe.
Só estou aqui para dizer: atrevam-se a imaginar.David Soares
Lisboa, Setembro de 2010
Etiquetas:
David Soares,
FNAC,
Literatura Fantástica
Subscrever:
Mensagens (Atom)


