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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Lançamento de "O Pequeno Deus Cego"


O lançamento do álbum de banda desenhada O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), escrito por mim, desenhado por Pedro Serpa e legendado por Mário Freitas, será no Sábado 22, às 15H30, no auditório do festival internacional de banda desenhada Amadora BD. Com as presenças do editor Mário Freitas (Kingpin Books) e dos autores David Soares e Pedro Serpa.

«É a voz vermelha da morte que vai uivar esta noite.

A vida da pequena Sem-Olhos torna-se uma tragédia quando a mãe determina que ela seja iniciada num sangrento rito tradicional, mas ainda mais doloroso é o grande segredo da família, oculto no passado, que duas personagens misteriosas irão desmascarar. Poderá Sem-Olhos ser um pequeno deus sobre a terra? O Pequeno Deus Cego é uma história alegórica, de contornos herméticos, passada numa fabulada China ancestral. Filosófica e visceral, em simultâneo, é uma banda desenhada que irá resgatar o leitor das trevas para a luz.»


quarta-feira, 13 de julho de 2011

"Batalha": A Caveira


«A primeira vez que Batalha viu uma caveira, pensou que fosse um desvairamento, estimulado pela febre que sentia; pois que frenesi da Natureza, ou até dos próprios Pais do Mundo, teria gerado algo tão invulgar?
Os dois irmãos, mais o amigo deles, tinham-no levado para as catacumbas que a comuna de ratos domésticos construíra no subsolo, pejado de ossadas, da igreja matriz. Foi durante esse caminho tortuoso, ao longo de túneis apertados, pelos quais a ratazana mal era capaz de passar, que ela viu as relíquias da corrupção humana que, entre a terra, observavam como sentinelas os roedores peregrinos. Sem nenhum conhecimento das hierarquias que regiam a sociedade dos homens, Batalha não sabia que os ossos que encontrava, alguns interpostos em esqueletos mais ou menos intactos, outros desbaratados pelos ínfimos movimentos da terra, mas todos tapados por trapos, tinham servido de sustentáculo às carnes mais afortunadas, em oposição aos ossos dos pobres, inumados numa vala vizinha.
A caveira que o impressionou, desdentada e pintalgada de pretidão, retinha uma imperturbável atitude altiva — era um génio subterrâneo, que guardava a passagem com um sinal de sobranceria, de displicência. Teias de linho, miscigenadas com filigranas fungongóricas, amarravam-na à terra humedecida e, no seu interior, observável através das órbitas ocas, encontravam-se excedentes cefalóides: um forro feito de antigualhas, agora fossilformes. Acometido de febre, fomentada pela briga com os gatos, Batalha perdeu a consciência enquanto passava à frente dessa caveira, esse ex-homem; e, num derradeiro instante de lucidez, antes de descair para as profundezas piréticas, ele lembrou-se de Pedranceiro e pensou que, com efeito, todos os homens — e todos os bichos — eram feitos de pedra, por dentro.
Vive-se para sonhar, para ver as maravilhas do mundo, para amar, e é para isso que a carne serve, mas, no final, quando a carne se estraga, volta-se a ser a pedra que se foi no início — a pedra honesta que, apesar da carne e dos anos, subsiste. Nada era mais rudimentar que essa pedra. Nada era mais tosco.
Mas também nada era mais verdadeiro.
Mais ético.»

O meu novo romance Batalha (Saída de Emergência) será lançado na próxima sexta-feira, dia 15, às 19H00, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Contará com a minha presença, com a do ilustrador Daniel Silvestre da Silva e com a do editor Luís Corte Real.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Obrigado.

Ilustração: Daniel Silvestre da Silva.

domingo, 10 de julho de 2011

"Batalha": Pedranceiro


«Antes que completasse o verso, o homem de pedra sentiu o cheiro de Batalha e, de repente, virou-se para trás; do seu ponto de vista elevado, descobriu, com facilidade, a ratazana escondida na erva.
Que bicho és tu, pequena pedra-de-toque?, perguntou, curvando-se de mãos sobre os joelhos. És um rato? Nunca vira uma ratazana e sentiu grande curiosidade.
O rosto do homem de pedra era deformado — diastrófico — e Batalha ficou sem pinga de sangue diante dele. Carquilhos epirogénicos, pedregulhentos, que só com muita imaginação se poderiam assemelhar a uma caraça, mas nem olhos, nem boca reconhecíveis existiam naquele enigma criptofacial compacto, feito de rocha embranquecida e borbotos de bolor. Só a grosseira antropomorfia dava sentido àquele espantoso espantalho orogénico, que mais parecia um pedaço animado de penedo. Antes que Batalha tivesse tempo para recuar, o homem de pedra agarrou-o pela cauda, com delicadeza. Observou-o, atentamente, com o seu inexpressivo frontispício pedral.
És como eu, pedrinha, disse ele, passados uns instantes.»

O meu novo romance Batalha (Saída de Emergência) será lançado na próxima sexta-feira, dia 15, às 19H00, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Contará com a minha presença, com a do ilustrador Daniel Silvestre da Silva e com a do editor Luís Corte Real.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Obrigado.

Ilustração: Daniel Silvestre da Silva.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Lançamento de "Batalha"


O lançamento de Batalha (Saída de Emergência) será no dia 15 de Julho, às 19H00, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Contará com a minha presença, com a do artista Daniel Silvestre da Silva, que desenhou as ilustrações do romance, e do editor Luís Corte Real.
Marquem nas vossas agendas, divulguem e apareçam. Até lá.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

"BATALHA" - pré-venda na 81ª Feira do Livro de Lisboa


«A primeira vez que Batalha viu uma caveira, pensou que fosse um desvairamento, estimulado pela febre que sentia; pois que frenesi da Natureza, ou até dos próprios Pais do Mundo, teria gerado algo tão invulgar?
(...) durante esse caminho tortuoso, ao longo de túneis apertados, (...) viu as relíquias da corrupção humana que, entre a terra, observavam como sentinelas os roedores peregrinos. Sem nenhum conhecimento das hierarquias que regiam a sociedade dos homens, Batalha não sabia que os ossos que encontrava, alguns interpostos em esqueletos mais ou menos intactos, outros desbaratados pelos ínfimos movimentos da terra, mas todos tapados por trapos, tinham servido de sustentáculo às carnes mais afortunadas, em oposição aos ossos dos pobres, inumados numa vala vizinha.
A caveira que o impressionou, desdentada e pintalgada de pretidão, retinha uma imperturbável atitude altiva — era um génio subterrâneo, que guardava a passagem com um sinal de sobranceria, de displicência. Teias de linho, miscigenadas com filigranas fungongóricas, amarravam-na à terra humedecida e, no seu interior, observável através das órbitas ocas, encontravam-se excedentes cefalóides: um forro feito de antigualhas, agora fossilformes.
Acometido de febre (...) Batalha perdeu a consciência enquanto passava à frente dessa caveira, esse ex-homem; e, num derradeiro instante de lucidez, antes de descair para as profundezas piréticas (...) pensou que, com efeito, todos os homens — e todos os bichos — eram feitos de pedra, por dentro.
Vive-se para sonhar, para ver as maravilhas do mundo, para amar, e é para isso que a carne serve, mas, no final, quando a carne se estraga, volta-se a ser a pedra que se foi no início — a pedra honesta que, apesar da carne e dos anos, subsiste. Nada era mais rudimentar que essa pedra. Nada era mais tosco.
Mas também nada era mais verdadeiro.
Mais ético.»
Um excerto do meu novo romance Batalha (Saída de Emergência).
Daqui a um mês, no dia 7 de Maio, estarei presente no stand das edições Saída de Emergência, na 81ª Feira do Livro de Lisboa, para assinar exemplares deste título numa pré-venda exclusiva, antes do livro ser distribuído pelas livrarias. Uma oportunidade única para quem quiser estar entre os primeiros a lerem o meu novo romance.

Mais pormenores, em breve.
(Nesta ligação podem consultar o horário de funcionamento e localização dos stands da Saída de Emergência.)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A prova do nove


O nº9 da Revista BANG! (Saída de Emergência) irá ser lançado na próxima sexta-feira, às 21H30, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo (Lisboa). Com as presenças do director Luís Corte Real e da editora Safaa Dib, mais os convidados João Morales (director da revista literária Os Meus Livros) e do autor Jorge Palinhos. Apareçam.

Fica a informação de que a rubrica Os Livros das Minhas Vidas deste número consiste numa crónica minha sobre três livros que foram muito importantes para mim, cada um à sua maneira especial. Querem saber quais são? Procurem-nos, pois, nesta edição da Revista BANG!
Segue um excerto:
«Para ser sincero, um convite para falar sobre os livros da minha vida soa como o som trítonocárpico das falanges da mão da morte a bater-me à porta, pois se a invitação se refere aos livros da minha vida, então tenho de aceitar que ela está perto do fim e não vou ter tempo de ler mais nenhum título: mortis en solatium. Talvez. De qualquer das formas, os livros da minha vida – no mínimo da que vivi até este momento; e no limite até ao final da escrita deste texto – não são apenas os livros que eu li, mas aqueles que escrevi. De uma forma ou de outra, os livros são uma parte muito importante da minha vida, porque a leitura e a escrita são duas ocupações às quais devoto a maioria das horas. No início deste parágrafo empreguei o verbo “falar”, porque é isso mesmo que estou a fazer convosco: a contar-vos um bocadinho de que é feita a minha experiência com os livros. Apenas um bocadinho – é, somente, uma precaução da minha parte, de modo a evitar a insolvência de memórias e garantir que me sobra algo sumarento para pagar ao barqueiro, porque o maior pecado que se pode cometer, mesmo depois de morto, é o da negligência. (...) Os livros da minha vida são, também, como indica o título desta rubrica, os das minhas vidas, porque as pessoas que fui quando os li e quando os escrevi são um pouco diferentes da que sou neste instante. Porém, tanto uns como os outros são melhores que os sonhos em que podemos visitar os nossos mortos, porque basta tirá-los das estantes para conversarmos com versões mais jovens, mais optimistas e mais ousadas de nós próprios. Versões que já morreram, evidentemente, mas é mantendo essas presenças do passado na biblioteca que construímos carácter e perduramos no tempo. Escrever é trancar a porta pela qual a morte quer entrar, mas ler é abrir janelas.»

domingo, 14 de novembro de 2010

Lançamento de "A Luz Miserável" no 5º Fórum Fantástico

O lançamento de A Luz Miserável (Saída de Emergência) no 5º Fórum Fantástico foi um sucesso. Auditório cheio e vendidos quase todos os livros disponíveis na banca da editora. Obrigado a todos os leitores, conhecidos e novos, que apareceram e ajudaram a fazer do evento um acontecimento especial.
Estes vídeos do lançamento foram filmados por Raquel Garrido.



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Lançamento de "A Luz Miserável"


Querem saber a quem pertence a sombra sem ninguém?
E qual a maldição que pesa nos ombros de três veteranos de guerra?
Querem saber de onde vem o desejo de vingança que consome o Rei Assobio?

Então leiam A Luz Miserável (Saída de Emergência):
horror extremo, e literário, para leitores exigentes.

Apresentação exclusiva no 5º Fórum Fantástico no dia 13 às 17H30.

Fãs de literatura fantástica e, sobretudo, de horror, divulguem e apareçam.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Nova hora para lançamento de "A Luz Miserável"

O lançamento de A Luz Miserável (Saída de Emergência) no 5º Fórum Fantástico será às 17H30 (data definitiva). Apareçam e passem a palavra. Obrigado.

Entretanto, amanhã, às 16H45, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Anfiteatro III), estarei presente na sessão À conversa com David Soares.
Incluída no colóquio Mensageiros das Estrelas (organizado pelo Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa), e moderada por João Barrelas, consistirá numa conversa sobre o meu trabalho de escritor de literatura fantástica. Será, também, uma oportunidade para os leitores colocarem perguntas sobre os meus livros, num ambiente académico e conveniente à reflexão aprofundada dos assuntos.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Lançamento de "O Evangelho do Enforcado"

No dia 24 de Fevereiro, no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, irá ter lugar o lançamento do meu novo romance de literatura fantástica O Evangelho do Enforcado (Saída de Emergência, 2010). Das 18H30 às 20H00.

Apresentação pelo Prof. Doutor Manuel J. Gandra, docente da cadeira Cultura Material e Símbolo, na Escola Superior de Design do IADE, e director do Centro Ernesto Soares de Iconografia e Simbólica. Autor de livros sobre simbólica e hermetismo português, como Joaquim de Fiore, Joaquinismo e Esperança Sebástica (Fundação Lusíada, 1999), A Cristofania de Ourique: Mito e Profecia (Fundação Lusíada, 2002), O Projecto Templário e o Evangelho Português (Ésquilo, 2006) e Portugal Sobrenatural (Ésquilo, 2007).

Com as presenças do autor e editor.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

MUCHA - Sessões de autógrafos no FIBDA

Os Miiológos:

Dr. David Soares, Dr. Osvaldo Medina, Dr. Mário Freitas.

Estes três académicos, especializados em miiologia por paixão e vocação quasi-religiosa, privaram-se de uma carreira notável na Universidade ao abraçarem a infame linguagem da banda desenhada (coisa que qualquer pessoa séria reconhece como sendo o vício dos iliteratos) para publicarem uma inacreditável tese de doutoramento, desprovida de qualquer qualidade científica, sobre um aterrorizante fenómeno que envolveu moscas, nazis e paganismo polaco, nos finais da década de trinta do século XX. Embora nunca tenham recuperado o prestígio junto da Academia, esperam, no mínimo, que a sua descoberta chegue ao conhecimento dos jovens leitores e, para o efeito, convenceram as boas almas do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora a deixá-los marcar umas sessões de autógrafos, de modo a alertar o público insuspeito e autentificar exemplares de Mucha; publicado pela Kingpin Books, editora orientada para este tipo de material sensacionalista.

Os dias e os horários exclusivos em que estes partiari desesperados estarão presentes no FIBDA são os seguintes:

- Dia 24: das 17H00 às 18H00.
-Dia 25: das 17H00 às 18H00.
- Dia 31: das 15H00 às 17H00.
- Dia 1: às 18H00
- Dia 7: das 17H00 às 18H00
- Dia 8: das 17H00 às 18H00.

Da minha parte, aviso que só irei estar presente no primeiro e no último fim de semana do festival, mas o Osvaldo Medina e o Mário Freitas estarão à espera de quem aparecer no segundo fim de semana, claro.


sábado, 10 de outubro de 2009

Os senhores das moscas no FIBDA

A 20ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (Fórum Luís de Camões) abre as portas ao público no próximo dia vinte e três e decorre até dia oito de Novembro. O grafismo de apresentação é da autoria de Rui Lacas, autor português que no ano passado ganhou dois Prémios Nacionais de Banda Desenhada para as categorias de Melhor Álbum Português e Melhor Argumento. Como é habitual, muitos autores portugueses e estrangeiros estarão no FIBDA para apresentar os seus trabalhos e falar com os leitores. Entre os estrangeiros, destaque-se as presenças de David Lloyd, Cameron Stewart, Oscar Zarate, Karl Kerschl, Ramón Pérez e C.B. Cebulski.

A vinda de Stewart, Kerschl, Pérez (assim como de Cebulski) é uma iniciativa da Kingpin Books, que no âmbito do festival irá editar um álbum com trabalhos dos três canadianos, compilando em papel alguns dos webcomics de grande qualidade que são produzidos pelo estúdio TX Comics. Não percam a oportunidade de conhecer os trabalhos destes autores, também responsáveis por títulos como Seaguy, Marvel NYX: No Way Home e Flash.
No dia vinte e dois, Cebulski estará presente na loja da Kingpin Books para conduzir uma Master Class e avaliar portfólios. (Consultem o weblog de Mário Freitas, editor da Kingpin Books, para ficarem a saber todos os pormenores sobre estas e outras iniciativas.)

No que diz respeito à produção nacional, ela estará representada por Mucha, o meu novo álbum de banda desenhada, ilustrado por Osvaldo Medina e arte-finalizado por Mário Freitas.
Trata-se de uma história de horror, que marca o meu regresso à escrita de bd, seis anos depois da publicação de A Última Grande Sala de Cinema, álbum vencedor de uma bolsa de criação literária do IPLB/Ministério da Cultura em 2002. (Um regresso antecedido pela publicação da banda desenhada Rei Arenque, escrita por mim e desenhada por Richard Câmara, feita de propósito para o catálogo da 17ª edição do FIBDA e, entretanto, publicada no número onze da revista espanhola de banda desenhada Barsowia.)

A história de Mucha é negríssima e o Osvaldo e o Mário fizeram um excelente trabalho em recuperar o espírito e o grafismo dos velhos comics de horror da EC Comics. Pela minha parte, espero conseguir horrorizar-vos e, ao mesmo, tempo, fazer-vos pensar, pois é mesmo para isso que o Horror serve.
Poderão ver as pranchas originais deste trabalho e as do álbum A Fórmula da Felicidade, escrito por Nuno Duarte (Kingpin Books, 2008), numa grande exposição temática que, segundo me parece, contará com uma mosca gigante. O Osvaldo e o Nuno estão nomeados para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada deste ano para as categorias de Melhor Desenho e Melhor Argumento, assim como o próprio álbum também se encontra nomeado para Melhor Álbum Português.

O lançamento de Mucha será no dia vinte e quatro (sábado), à tardinha, que é a hora em que as moscas se tornam mais mansas, à aproximação da queda do seu metabolismo por falta de açúcar. Em breve, darei mais pormenores, como os horários desta apresentação e das sessões de autógrafos.

(Entomólogos honorários: Eu, Osvaldo Medina e Mário Freitas.)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

MUCHA - Lançamento

Mucha, o meu novo álbum de banda desenhada, ilustrado por Osvaldo Medina e Mário Freitas, está quase a chegar: o lançamento será no sábado 24 de Outubro, às 16H00, no Fórum Luís de Camões, espaço onde irá realizar a 20ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. O álbum também será alvo de uma exposição temática, com as pranchas originais e outras surpresas.
Uma edição da Kingpin Books.


quarta-feira, 10 de junho de 2009

Lançamento da revista Callema #6

No próximo dia 18, às 16H30, é lançado o número seis da revista literária Callema. É na Livraria Trama. Consultem o cartaz para ficarem a saber os restantes eventos, associados a esta nova edição.

Como já havia desvendado, há uns tempos, este número traz uma extensa entrevista comigo.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Recomendações culturais a não perder

Na próxima sexta-feira, às 19H00, a colecção THISCOvery CCChanel, património partilhado pelas editoras Thisco Records e Associação Chili Com Carne, apresenta o seu novo título na Galeria ZDB: um ensaio de Ondina Pires intitulado Scorpio Rising: Transgressão juvenil, Anjos do Inferno e Cinema de Vanguarda.
O livro será apresentado por Carlos Vidal (crítico de arte) e Fernando Cerqueira (co-editor).
A capa é da autoria do ilustrador João Maio Pinto.

Já amanhã tem lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho (Câmara Municipal de Lisboa) a primeira conferência de uma série de palestras, sobre os mais diversos temas, que, com regularidade, nos convidarão a reflectir. A iniciativa partiu do historiador Rui Tavares, que a imaginou e promoveu: obrigado, Rui!
A primeira das novíssimas Conferências de Lisboa é assegurada pelo historiador José-Augusto França, um luminoso pensador. A conversa começa às 18H00 e a entrada é livre.
Acompanhem o site do evento para ficarem a saber quais serão os convidados e os temas das futuras palestras.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Em Braga e no Porto com Lisboa (Triunfante)

No próximo dia 16 de Janeiro, estarei no fórum da loja FNAC de Santa Catarina, no Porto, às 18H00, para falar sobre Lisboa Triunfante, o meu novo romance. A apresentação do livro será realizada pelo crítico e autor João Seixas (Os Meus Livros).

No dia anterior (quinta-feira), pelas 22H00, serei o convidado das Conversas no Tanque, organizadas pela associação cultural Velha-a-Branca, de Braga. Falarei com os leitores sobre o meu trabalho e autografarei os livros que levarem.
Quatro horas antes, serei entrevistado pelo jornalista e académico António Ferreira para o programa Livros com Rum da Rádio Universitária do Minho.