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sexta-feira, 3 de maio de 2019

O meu regresso à revista LOUD! com nova crónica mensal

 
Tenho imenso prazer em anunciar que a edição de Maio da revista LOUD!, já disponível, assinala o meu regresso como cronista às suas páginas, num novo espaço mensal intitulado Marginália e Imaginário, no qual irei escrever sobre aspectos obscuros, negros e extraordinários da história, da arte, da cultura e da música.
De dar nota à feliz coincidência de o meu regresso ocorrer em conjunto com o regresso de tantas boas bandas à revista, como os Darkthrone, de quem sou fã. Conto convosco para me acompanharem nestas viagens à marginália e ao imaginário, começando já este mês. 🤘


domingo, 10 de março de 2019

Lista de Compras da Revista LOUD! na FNAC Chiado



O vídeo que gravei na FNAC Chiado para a rubrica Lista de Compras da Revista LOUD! já está disponível no perfil de YouTube dessa publicação: nesta entrevista poderão descobrir quais foram as minhas recomendações musicais e literárias para essa sessão.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Lista de Compras no próximo sábado na FNAC Chiado


No próximo sábado, dia 26, às 17H00, estarei no fórum da loja FNAC Chiado a convite da revista LOUD! como entrevistado na rubrica Lista de Compras: consiste numa iniciativa em que os convidados conversam com o público sobre livros, discos ou filmes que escolheram previamente na loja e que tenham particular importância para si. Apareçam.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Sobre a origem das tatuagens em Lisboa


Fracção integrante da imagética da cultura musical a que pertencem os diversificados universos sonoros que a revista LOUD! referencia são as tatuagens, plasmadas nas peles de artistas, fãs e jornalistas, produtores, editores e promotores, desde logótipos de bandas e reproduções de capas de discos, até desenhos de variadas estirpes que, uns desde os primórdios, outros de adopção mais recente, se tornaram universalmente identificáveis como incumbentes das estéticas e atitudes relacionadas, de maneira geral, com o Metal. Pese a frequência desanimadora de um punhado de lugares-comuns e ideias pré-fabricadas sobre as tatuagens que, ainda, teimam em criar ruído junto da opinião colectiva, é salutar observar-se que nas passadas décadas evoluiu muitíssimo o discurso antropofilosófico que sobre elas discorre, caminhando em consonância com a vulgarização das próprias tatuagens pelo grande público, consequência da sua popularidade entre as mais espectaculares estrelas de cinema e as do mundo do desporto. De mérito desigual, as lojas e as oficinas de tatuadores amadores e profissionais fixaram-se como parte indelével da contemporânea paisagem cosmopolita, assim como da versão açucarada da realidade que é encenada por dezenas de reality-shows, transmitidos pelos canais televisivos. Porém, a esta distância, impõe-se – ou, pelo menos, imponho eu, por gosto e inclinação pessoais – uma inquietação, que é a de especular sobre quais serão as origens das tatuagens nas nossas vistas urbanas portuguesas: a esse respeito, sou capaz de puxar o lustro aos umbrosos limiares históricos das tatuagens em Lisboa, um tema que, certamente, será tão aliciante quanto obscuro.

Os primeiros tatuadores de Lisboa, artistas anónimos que nasceram e morreram nos tempos anteriores ao grande terramoto de 1 de Novembro de 1755, foram viajantes castelhanos que se dedicaram ao ofício algo ingrato da “picadura” e que se fixaram na vizinhança da Ribeira Velha, ao Terreiro do Paço; para utilizar um pionés mais cirúrgico, é válido desvendar que montaram os seus ateliês ao ar livre no adro da quinhentista – e inexistente – Igreja da Nossa Senhora da Misericórdia: sumptuoso templo de contextura e recorte manuelinos, nessa altura somente secundarizado pelo Mosteiro dos Jerónimos e situado não muito longe do local onde, hoje, na Rua da Alfândega, se pode admirar o soberbo portal da fachada da Igreja da Conceição Velha. (Na verdade, esse trabalho compósito foi montado com porções, arquivoltas e tímpano do portal lateral da Igreja da Nossa Senhora da Misericórdia, destruída quase totalmente pelo magno terramoto.)

Aí, sentados no muro raso que circundava o adro da igreja, os “picadores”, munidos de agulhas com cabos de madeira e pigmentos feitos à base de pólvora moída, tatuaram os lisboetas de seiscentos e início de setecentos. Penduradas em cravos de galeota pregados nas frinchas da silharia da Igreja da Nossa Senhora da Misericórdia, encontrava-se em exposição o catálogo de tabuinhas decoradas, pelas quais os clientes escolhiam os desenhos que desejavam ver tatuados: cruzes ornamentais de diversificados feitios ocidentais e orientais, signos-saimões, rostos crísticos, alegorias religiosas, corações incendiados e motivos relacionados com a cultura do mar. Os aristocráticos adoptaram a prática – chique nesse tempo – de serem “picados” nas costas das mãos, entre as bases do dedo indicador e do polegar. Ontem, como hoje, não faltou quem se arrependesse posteriormente de desenhos escolhidos aleatoriamente ou de maneira apressada e esfregava-se furiosamente com sumo de limão a pele “picada” para tentar apagá-los – popular recurso mezinheiro de ineficácia quase completa.

Versáteis, os adros das igrejas fizeram de fórum, mercado, miradouro da vida diária e cemitério: o da Igreja da Nossa Senhora da Misericórdia parece ter sido especialmente predestinado às profissões ligadas à cromofilia, pois fora, desde o século XVI, o principal mercado lisboeta de venda de flores e, depois dos tatuadores o deixarem, em definitivo, acolheu os ambíguos passarinheiros alemães – que aproveitaram os cravos abandonados pelos tatuadores para pendurar as gaiolas, algumas com aves pintadas com pigmentos garridos para passarem por exóticas. Outro tipo de tatuagem, portanto, mas, até este momento, a vocação histórica dessa geografia mantém-se interrompida: o terramoto de 1755 foi o liquidante epitáfio das energias histológicas.

(Crónica publicada originalmente na revista LOUD!​ de Abril de 2015.)


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Entrada de peso no Ano Novo

Para começar 2016 em peso, a revista LOUD! apresenta-se com o (já) mítico Abbath na capa e em entrevista. Além disso, há, evidentemente, o Balanço de 2015, com os melhores discos nacionais e internacionais escolhidos pelos colaboradores da revista (incluindo este vosso amigo); sempre uma excelente oportunidade para recordar ou descobrir discos que poderão ter escapado à atenção. Acrescento que este número traz a minha crónica bimestral, Consultor Funerário, desta vez sobre o fenómeno das chuvas de sangue -- em Portugal. Vão rápido que a esta hora ainda apanham um quiosque aberto, vão.



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Verão pesado com a LOUD! de Julho


O número de Julho da revista LOUD! já está disponível nas bancas, para tornar ainda mais quente o início do Verão. Nesta edição, há Consultor Funerário, para saciar a fomeca que a ausência do mês passado provocou: assim, a regularidade bimestral fica com outra ordem; ou seja, para o mês que vem não há, mas no seguinte haverá novamente.

Além disso, vale a pena ler as entrevistas de Randy Blythe, que, aparentemente, foi ao Inferno e voltou (escreveu um livro de 500 páginas sobre o caso, à la Expresso da Meia-Noite), e de Dani Filth, o insubstituível vocalista de Cradle of Filth, banda na qual todos são substituíveis, a dada altura - dá vontade de rir?, dá, mas que a banda é das melhores, é. E a distância que o tempo cria entre os discos que foram mais subvalorizados ou incompreendidos apenas reforça essa percepção: urge regressar a Cradle of Filth e reenquadrá-los/apreciá-los sob essa luz. Eu, confesso, gosto bastante e tenho muitos discos (já editaram onze) para descobrir, porque há imensos que nunca ouvi.

De facto, às vezes é útil colocar as coisas nesta perspectiva: não passar cartão àquilo que parece fútil e dar tempo ao tempo, porque se for bom e interessante, continuará aqui para ser apreciado a dada altura. Tantas vezes se perde tempo com tretas que não interessam nada, laudadas como se fossem o melhor presente de Deus à humanidade, e que, passados uns mesitos ou um ano, desaparecem tão suavemente quando alardeamente apareceram, que nem monstros de Frankenstein criados pelas vozearias do marketing e da propaganda.


segunda-feira, 30 de março de 2015

Revista LOUD! de Abril


O número de Abril da revista LOUD! está quase a chegar (disponível a partir da próxima quinta-feira, dia 2), numa edição especial de coleccionador, dedicada aos Led Zeppelin.

Além disso, destaco, ainda, a minha crónica bimestral, Consultor Funerário, na qual desvendo a origem histórica das tatuagens em Lisboa. Por isso, já sabem: fãs de Led Zeppelin, fãs de tatuagens e fãs de história de Lisboa, esta revista é, definitivamente, para vocês.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Contracultura satânica e feiticeira na revista LOUD! de Setembro


No número de Setembro da revista LOUD!, quase a chegar às bancas, assino um pequeno ensaio histórico sobre o fenómeno da contracultura satânica e feiticeira ocidental, partindo do imaginário lírico e musical da banda de capa, os Electric Wizard - grupo que, para esta edição, deu uma excelente entrevista conduzida por Ricardo S. Amorim. Além desse texto, deixo cinco sugestões contraculturais, relacionadas com a banda de Dorset e com o imaginário satânico e feiticeiro que interrogo com rigor no ensaio.

Este ano, a rentrée é endiabrada - e conta com todos na apresentação deste número da LOUD! no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, no próximo dia 9, às 18H30. Lá estarei para dois dedos de conversa. Agradeço a divulgação.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Os homens de aço (cirúrgico)


O número de Setembro da revista LOUD! (para a qual escrevo a crónica bimestral Consultor Funerário) é, já, uma edição histórica, em virtude da entrevista que publica nas suas páginas centrais, com Jeff Walker (vocalista e baixista) e Bill Steer (guitarrista), da banda inglesa Carcass. Estreados em 1988, com a edição do disco Reek of Putrefaction, os Carcass foram, em conjunção com os Napalm Death (com os quais Steer também tocou), os pioneiros da sonoridade apelidada de Grindcore: aliança de elementos Metal, Punk e Jazz (o característico blast beat que, hoje, se associa, de imediato, aos estilos mais extremos de música, já era executado pelos bateristas de Jazz) que, com rapidez, se tornou um dos estilos metálicos mais plásticos e receptivos à experimentação com influências musicais muito distintas. Esse primeiro disco, prejudicado por uma produção muito fraca, mostrava, contudo, um grupo com uma personalidade incomum e tornou-se um favorito do programa de rádio da BBC Peel Sessions, do mítico apresentador John Peel. Ainda assim, poucos poderiam ter previsto a influência e a importância que o terceiro disco da banda, Necroticism - Descanting the Insalubrious (1991) iria exercer sobre o espectro das sonoridades mais extremas.

Em Fevereiro de 1991, estreou nos cinemas o filme The Silence of the Lambs, obra perturbante que revolucionou, totalmente, a cultura popular: um efeito imediato foi a aceitação pelo mainstream de ideias e personagens muito macabras que, até à data, eram coutada exclusiva da ficção de horror e de suspense, seguindo-se a instauração de uma constante estética umbrosa e sóbria, presente até hoje em produções visuais (desde filmes, séries televisivas e vídeos musicais). Editado em Outubro de 1991, Necroticism - Descanting the Insalubrious foi o The Silence of the Lambs do Metal: em 2000, a revista Terrorizer classificou-o como sendo o disco de Metal mais importante da década de 90. Com efeito, tanto The Silence of the Lambs como Necroticism - Descanting the Insalubrious demonstram o quão a cultura contemporânea, tanto nas artes como no entretenimento, deve às imagens e às harmonias mais extremas, provenientes do universo do horror. O terceiro disco de Carcass é, de facto, uma obra tocada pelo génio, que gerou um sem-número de epígonos e imitadores.

Mas os Carcass estão de volta (somente Walker e Steer pertencem à formação original), passados dezassete anos desde a edição de Swansong, com um inesperado novo disco, que será editado a 13 de Setembro: Surgical Steel. A sua capa evoca, directamente, a do EP Tools of the Trade (1992), um dos meus registos favoritos da banda (a seguir a Necroticism - Descanting the Insalubrious), e a música Captive Bolt Pistol que, entretanto, foi disponibilizada, é, inequivocamente, um tema fresco que não soa a plágio do passado, nem a homenagem póstuma. É um disco que aguardo com muita expectativa, porque os Carcass sempre foram uma das minhas bandas preferidas (ouvi a cassete original - naquele tempo ainda se compravam cassetes - de Symphonies of Sickness até à exaustão): os meus leitores que são fãs desta banda terão, certamente, dado pela pequena homenagem que lhe fiz na página 195 do meu romance Lisboa Triunfante (Saída de Emergência, 2008), com a escrita do pequeno interlúdio em verso Matéria Médica, Pelo Doutor Jacob de Castro Sarmento (à maneira dos ilustres cirurgiões Jeffrey Walker e William G. Steer de Nottingham).

Convido-vos, pois, a lerem a entrevista destes cirurgiões na LOUD! de Setembro.


 


segunda-feira, 29 de julho de 2013

LOUD! de Agosto nas bancas


"Primeiro de Agosto, primeiro de Inverno", diz o pregão - e o olhar lapidescente de Phil Anselmo, capaz de gelar a espinha a um senhor feudal, diz-nos que nem sequer precisamos de consultar o almanaque Borda d'Água para nos certificarmos que esta entrada no oitavo mês de 2013 não contradirá a sabedoria popular: no universo da música pesada, a atmosfera está bem abacinada, como é costume e como deve ser.
Assim, creiam que a LOUD! de Agosto já é a nuvem mais negra de um Verão que todos os prognosticadores caracterizaram de "anti-Verão", por excelência: ora, nenhum deles previu que a tempestade traria, de uma só vez, entrevistas com Watain, Gorguts, Deafheaven, Revocation e, sobretudo, com Phil Anselmo, conhecido do público generalista por ter sido o vocalista de Pantera, mas que, nos últimos anos, revelou ser uma das personalidades mais versáteis e criativas do Metal. O mote para a entrevista exclusiva, de seis páginas, que deu à LOUD! é a edição do seu novo disco a solo Walk Through Exits Only.

Para tornar o clima ainda mais castigador, este número da revista traz uma crónica minha, como é habitual, na minha secção Consultor Funerário. É uma observação histórica para ser lida em cotejo com os acontecimentos recentes das últimas semanas: consiste num contributo para que ao mesmo tempo que se tire a areia das sandálias também se tire a areia dos olhos. Ou seja: que a rentrée nos encontre a todos ainda mais argutos, informados e inconformados do que temos estado.
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Novo conto de horror na revista LOUD! de Maio


Neste Maio, a revista LOUD! traz Iron Maiden como banda de capa; grupo que serviu de ponto de partida para um desafio literário que me foi proposto: escrever um conto baseado nas temáticas do disco Seventh Son of a Seventh Son (1988). Podem lê-lo neste número: intitula-se Os Filhos Que a Lua Dá; ou, Problemas de Um Projeccionista de Pornografia e é um conto de horror em que os vários temas que fazem parte do supramencionado disco marcam presença; como as influências misteriosas do número 7 e, sobretudo, o mito irresistível do Filho da Lua. Agradeço à LOUD! este convite e espero que se sintam intrigados por Os Filhos Que a Lua Dá; ou, Problemas de Um Projeccionista de Pornografia. Deixo-vos um excerto:
«Concentrando-se no projector para não ver nem o filme, nem os espectadores, Albuquerque interrogou-se sobre qual seria a razão pela qual o onanismo não era um dos Sete Pecados Mortais, posto que Deus até assassinara um homem por culpa disso. Seria o Oitavo Pecado: uma nova venialidade, incrustada entre a luxúria, a ganância e a gula. ‘Oito pecados mortais’, pensou Albuquerque. ‘Oito caminhos para o Inferno.’ Qual seria o castigo infernal para os fricativos? Na costumeira coerência contrapassiana com que eram elaborados esses suplícios, teriam de se polir com fogo até a vergonha incendiada tornar-se tão catóptrica quanto metal lustroso. Humiliate pene vestra. O ritual masturbatório era feiticista, de facto – e, assim sendo, feiticeiresco. Que sortilégios pretenderiam os velhos operar com as efusivas esfregações? Que autoridade encoberta se revelava nas suas varinhas viris? Seria o sexo uma arte mágica, como as banais benzeduras e as venerações dos videntes? De cabeça baixa, Albuquerque apercebia-se das moções projectadas no lençol como se fossem sombras dançarinas nas paredes do seu crânio: afinal, que culto venéreo se prestava naquela praça, sob a égide do faliforme tóteme tartéssico? Seria clarividente o suficiente para descortinar se era um sonho ou o “agora”? No lençol, a mulher curvou-se para desencobrir a virilha do homem, a imagem ampliou-se e os velhos viram-se estupefactos diante de um grande olho. O espanto da assistência despertou Albuquerque das suas contemplações: achou que aquilo era estranho, mas não deu importância.»

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

«Os Anormais» na revista LOUD nº 139.

Excelente crítica a Os Anormais: Necropsia De Um Cosmos Olisiponense, de David Soares e Charles Sangnoir (Necrosymphonic Entertainment/raging planet, 2012) na revista LOUD! deste mês.
Podem ouvir e adquirir o disco nesta ligação: http://necrosymphonic.bandcamp.com/album/os-anormais



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Nova crónica no número 133 da revista LOUD!


O número 133 da revista LOUD! sai esta semana.

Além dos inúmeros artigos e entrevistas interessantes (uma nova entrevista com Thormenthor - quem se lembra do fantástico Abstract Divinity?) e uma capa surpreendente (não é a que está na imagem), esta edição conta com a minha crónica regular Consultor Funerário.

Desta vez, apresento-vos um texto intitulado A Invenção da Existência que versa sobre o tema do dito Novo Acordo Ortográfico, mas por uma via que ainda não foi falada na nossa praça (pelo menos que eu tenha lido). É, sobretudo, uma verdade muito evidente e que eu achei que já urgia ser abordada. Às vezes, é fácil esquecer o essencial: azar dos tecnocratas eu ser um tipo completamente obcecado pela minúcia histórica.

sábado, 21 de janeiro de 2012

As minhas crónicas na nova revista LOUD

A revista LOUD! mudou e aparecerá rejuvenescida na sua edição de Fevereiro. Umas das mudanças é que passará a contar com uma crónica regular minha, intitulada Consultor Funerário: será um espaço de cultura, provocação e liberdade.
Agradeço à equipa da revista LOUD! o gentil convite, que aceitei com todo o gosto. O cabeçalho tétrico é da autoria de André Coelho. Convido-vos a descobrir a nova LOUD! e as crónicas do seu "Consultor Funerário".