Vídeo da tertúlia literária sobre a minha obra, com moderação de José Duarte (investigador do Núcleo de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa), no âmbito da primeira edição do Festival de Ficção Científica e Fantasia - The Padawan Wars (4 de Dezembro de 2015).
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domingo, 20 de dezembro de 2015
David Soares - tertúlia literária na Faculdade de Letras de Lisboa
domingo, 13 de dezembro de 2015
David Soares e António de Macedo nas Conversas Fantásticas 2015
Ontem, na Fyodor Books, foi assim: David Soares e António de Macedo nas Conversas Fantásticas 2015, numa conversa moderada por Rogério Ribeiro.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Tertúlia literária no 1º Festival de Ficção Científica e Fantasia - The Padawan Wars
No próximo dia 4 de Dezembro (sexta-feira) estarei na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa para, no âmbito do 1º Festival de Ficção Científica e Fantasia - The Padawan Wars, participar numa conversa sobre a minha obra. Esta tertúlia literária ocorrerá das 17H00 às 18H00 e será moderada por José Duarte (doutorado em Estudos Americanos e investigador pertencente ao grupo de investigação de Estudos Americanos da Faculdade de Letras de Lisboa). Divulguem e apareçam: obrigado.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Vídeo de "Recordar os Esquecidos" com Fernando Pinto do Amaral e David Soares
Vídeo da sessão de Recordar os Esquecidos, que ocorreu no passado sábado, dia 25, na livraria Almedina
do Atrium Saldanha, com moderação de João Morales e Fernando Pinto do
Amaral e comigo como convidados. O índice de títulos abordados é o
seguinte:
1) «O Barão de Lavos» de Abel Botelho (00:00);
2) «A Velhice do Padre Eterno» de Guerra Junqueiro (17:35)
3) «Justine» de Lawrence Durrell (38:52);
4) «O Caos e a Noite» de Henry de Montherlant (51:00);
5) «A Mulher Pobre» de Léon Bloy (1:01:10)
6) «Todos os Contos e Novelas» de Joaquim Paço d'Arcos (1:18:43)
7) «Poesia Completa» de Anrique Paço d'Arcos (1:28:20)
8) «Diálogos de Roma» de Francisco d'Ollanda (1:36:52)
9) «Enciclopédia dos Mortos» de Danilo Kis (1:54:45)
1) «O Barão de Lavos» de Abel Botelho (00:00);
2) «A Velhice do Padre Eterno» de Guerra Junqueiro (17:35)
3) «Justine» de Lawrence Durrell (38:52);
4) «O Caos e a Noite» de Henry de Montherlant (51:00);
5) «A Mulher Pobre» de Léon Bloy (1:01:10)
6) «Todos os Contos e Novelas» de Joaquim Paço d'Arcos (1:18:43)
7) «Poesia Completa» de Anrique Paço d'Arcos (1:28:20)
8) «Diálogos de Roma» de Francisco d'Ollanda (1:36:52)
9) «Enciclopédia dos Mortos» de Danilo Kis (1:54:45)
sexta-feira, 10 de julho de 2015
"Recordar os Esquecidos": sessão de Julho
No próximo sábado, dia 25 de Julho, às 18H00, na livraria Almedina do centro comercial Atrium Saldanha, ocorrerá mais uma sessão do ciclo Recordar os Esquecidos, criado e moderado por João Morales.
Nestas tertúlias literárias, dois convidados recordam e resgatam livros e autores que, por diversos motivos, foram algo esquecidos ou passaram um pouco abaixo do radar dos leitores nestes tempos desanimadores de puro corso literário. Assim, para recordar alguns esquecidos muito especiais, nesta sessão de Julho, os convidados serão Fernando Pinto do Amaral e eu. Divulguem e apareçam: obrigado.
Nestas tertúlias literárias, dois convidados recordam e resgatam livros e autores que, por diversos motivos, foram algo esquecidos ou passaram um pouco abaixo do radar dos leitores nestes tempos desanimadores de puro corso literário. Assim, para recordar alguns esquecidos muito especiais, nesta sessão de Julho, os convidados serão Fernando Pinto do Amaral e eu. Divulguem e apareçam: obrigado.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Hoje, prosa e poesia no Bairro Alto
Hoje, às 21H30, haverá tertúlia e spoken word no espaço cultural Buédalouco Pharmácia de Cultura
(Rua do Norte, 60), no Bairro Alto, em Lisboa, comigo e com Charles
Sangnoir. O Bairro Alto será alvo de uma pós-cirurgia e revisitar-se-á
um lado mais humano e menos conhecido de
Fernando Pessoa, com a interpretação musicada de trechos escolhidos a
dedo. Por conseguinte, divulguem e apareçam. Para evocar a aura do
espectáculo de hoje, deixo um registo em vídeo de parte do espectáculo
de apresentação do disco Os Anormais: Necropsia De Um Cosmos
Olisiponense (2012), escrito e interpretado por mim e musicado e produzido por
Charles Sangnoir.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Tertúlia literária de amanhã adiada
Caros, a tertúlia literária Poesia e Arte agendada para amanhã, às 21H30, comigo e com Charles Sangnoir, no espaço cultural e de convívio Buédalouco Pharmácia da Cultura (Rua do Norte, 60), foi adiada para dia 24 de Junho, à mesma hora, por motivo de última hora. Reagendem e divulguem, por favor. Obrigado.
Bairro Alto: Uma Pós-Cirurgia - amanhã às 21H30
Lembro que amanhã, às 21H30, eu e Charles Sangnoir seremos os convidados especiais da tertúlia literária Poesia e Arte, que se reúne todas as terças-feiras no espaço cultural e de convívio Buédalouco Pharmácia da Cultura (Rua do Norte, 60), no Bairro Alto, em Lisboa. Iremos reinterpretar a peça Bairro Alto: Uma Cirurgia (escrita e declamada por mim e musicada por Sangnoir), composta originalmente para as comemorações do quinto centenário do Bairro Alto e apresentada ao público no Palácio Quintela, em Dezembro de 2013. Também se irá ler poesia e prosa de Fernando Pessoa (figura sobre a qual já escrevi no meu romance A Conspiração dos Antepassados). Apareçam.
Deixo-vos com um excerto de Bairro Alto: Uma Cirurgia:
«O Bairro Alto podia muito bem ter
definhado ao grito primevo de partida e não passar de uma espécie de zingamocho
na corola lisboeta – uncial e rebocado como um quadro falsificado. Quantos bairros
e freguesias não se extinguem, em tétrica tanatocenose, no côncavo leito da
história? Toda a matéria possui uma peculiar pecabilidade que empolga o estrago
e nem a xilolatria, nem a litolatria podem remir da ruína esses restos. Os bairros
desaparecem, como se coordenadas geográficas e temporais estiolassem ao Sol que
nem fotos expostas numa vitrina. As linhas do território afunilam, absorvem-se
até ao ponto e, finalmente, atravessada a fronteira da unidimensionalidade,
remetem ao vácuo para nunca mais serem vistas. Existem lugares assim, à nossa
volta: não-lugares, carregados de nada – ao passarmos por eles, sentimo-nos
pesados no corpo e na alma, porque levamos um pouco de morte connosco.
Envenenamo-nos. O Bairro Alto, contudo, persiste – com notável imutabilidade;
tão macróbio quanto a concha de uma amêijoa hipermaturescente.
Escalavraduras estendendo-se pelo
estreito eixo que já escorou a muralha fernandina: ferro compunge tijolo,
próteses de edifícios que amparam assombrações de um tempo igualmente fatal,
mas autêntico. Sobre ele, veículos escorregam como fatídicas faluas e
repercutem nos carris defuntos como em cordas de piano – o ruído é estridente, que
nem gritos de guebros carregados com guelritas. Perpendicularmente aos turistas
apressados, cujas vozes cambalhotam no vento como acrobatas de cartão,
espalham-se graffiti nas paredes:
equimoses hipertricósicas, de cores tão lientéricas quanto o lixo e os mortos que
medram fora da vista, mas que se mantêm – como jóias negras – nos nossos peitos.
Há uma energia bizarra, aqui, neste altiplano que se contorce para o Tejo à
guisa de predador infantil que gazofilou uma presa demasiado grande para a
boca. Se as suas noites fossem silenciosas ouvir-se-iam os murmúrios dos três fios
de água que, sob a Rua do Alecrim, a Rua da Bica de Duarte Belo e a Rua do Poço
dos Negros, se entornam eternamente no Tejo, emitindo um pulsar plutónico que
comunica connosco em código.
O Bairro Alto é uma cirurgia.
Mas que cirurgia é esta?
Por que é que somos, irresistivelmente,
atraídos por ela?
Estas ruas centenárias, que resistiram
incólumes a vários terramotos, moradas mórbidas de desesperos e desejos, são os
liçaróis e os liços da urdidura central olisiponense: sem o Bairro Alto como
tear, a manta de retalhos que é a Lisboa contemporânea nunca teria sido
meselada; nunca teria perseguido, sôfrega, o Sol na sua libitina trajectória ocidental.
Sem esse primitivo modelo, o levantamento da Lisboa Pombalina não teria acontecido:
toda a Lisboa imitou o Bairro Alto, olhou para ele e ficou estupefacta com o
futuro que ela própria já encerrava – ficou de queixo caído à margem do Tejo e
nem Cristino da Silva nem França Borges foram fortes o suficiente para o
lacerar. Persistindo incólume às calamidades provocadas por deuses e homens, ele
é o único grande fóssil vivo de Lisboa – tão assombroso e anacrónico quanto um
variegado celacanto. Mas não se pode compreender essa cirurgia sem uma
iniciática diérese territorial.»
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Vídeo da tertúlia literária "Letras e Ideias"
Quem não foi à tertúlia literária "Letras e Ideias", agendada na programação da passada terceira edição do festival Livros a Oeste, na Lourinhã, pode ver este vídeo dessa conversa, com a minha participação, a participação de Rui Tavares e com moderação de João Morales (organizador do festival). Uma verdadeira conversa sobre letras e sobre ideias: desfrutem.
domingo, 1 de junho de 2014
Livros a Oeste 2014: muitas letras e ainda mais ideias
No 3º Festival Livros a Oeste (Lourinhã), na tertúlia literária "Letras e Ideias", comigo, Rui Tavares e João Morales (moderador). Quem não foi não sabe o que perdeu.
Para
reflexão à lente dos acontecimentos políticos europeus dos últimos
dias (que se debateram e sobre os quais escrevi nesta ligação e, ainda, aqui), deixo-vos com um dos conceitos que imaginei durante a conversa: a
despolitização da esfera pública é, na verdade, uma politização radical por via
do conformismo.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Participação no festival Livros a Oeste 2014
Entre 28 de Maio e 1 de Junho decorrerá na Lourinhã a terceira edição do festival literário Livros a Oeste, evento criado e organizado por João Morales, que contemplará diversas actividades relacionadas com os livros e a leitura, com participações de vários autores: tertúlias, debates, apresentações, exibição de curtas-metragens de cinema de animação de autor e concertos. Podem consultar a programação integral nesta ligação. O festival terá lugar no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira (Rua João Luís de Moura, 60, na Lourinhã).
No sábado, dia 31, às 18H30, irei participar na tertúlia literária «Letras e Ideias», juntamente com Manuel Alegre e Rui Tavares. A conversa será moderada por João Morales e reflectirá, entre outros tópicos, sobre a significância da cultura e a sua simbiose com a sociedade.
Conto com a vossa presença e agradeço a divulgação.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
«Tertúlia Assombrada» nesta sexta-feira no bar 100 Artes
Nesta sexta-feira, dia 6, às 18H00, estarei no bar 100 Artes (Rua dos Fanqueiros, 162, Lisboa) como convidado especial da segunda edição da Tertúlia dos Contadores de Histórias, organizada pela filial lisboeta da iniciativa Timebank.cc, e que terá o Horror como tema: será a Tertúlia Assombrada.
Consistirá, pois, numa sessão de leituras de contos de horror, lidos pelos diversos participantes no evento.
Eu irei ler o conto Os Filhos Que a Lua Dá: ou, Problemas De Um Projeccionista de Pornografia (que foi publicado na revista LOUD! do passado mês de Maio).
Sobre a organização da Tertúlia dos Contadores de Histórias, informo que a iniciativa Timebank.cc consiste numa forma de economia alternativa ou complementar. Diferencia-se dos chamados mercados de trocas, por não implicar uma troca directa (nem imediata, nem recíproca), e das ditas moedas comunitárias, por haver uma rigidez quanto à unidade de câmbio: neste caso, tanto o crédito quanto o débito são contabilizados de acordo com o tempo dos serviços prestados pelos utilizadores, independentemente das suas naturezas. Havendo sempre a necessidade de um "banco" central que faça a gerência da quantidade de horas em circulação, mais o registo de créditos de cada utilizador, o Timebank.cc distingue-se pelo facto de disponibilizar uma gestão online.
Conto com a vossa presença e agradeço a divulgação do evento. Deixo-vos com um trecho do conto Os Filhos Que a Lua Dá: ou, Problemas De Um Projeccionista de Pornografia, que irei ler:
«Concentrando-se no projector para não ver nem o filme, nem os espectadores, Albuquerque interrogou-se sobre qual seria a razão pela qual o onanismo não era um dos Sete Pecados Mortais, posto que Deus até assassinara um homem por culpa disso. Seria o Oitavo Pecado: uma nova venialidade, incrustada entre a luxúria, a ganância e a gula. ‘Oito pecados mortais’, pensou Albuquerque. ‘Oito caminhos para o Inferno.’ Qual seria o castigo infernal para os fricativos? Na costumeira coerência contrapassiana com que eram elaborados esses suplícios, teriam de se polir com fogo até a vergonha incendiada tornar-se tão catóptrica quanto metal lustroso. Humiliate pene vestra. O ritual masturbatório era feiticista, de facto – e, assim sendo, feiticeiresco. Que sortilégios pretenderiam os velhos operar com as efusivas esfregações? Que autoridade encoberta se revelava nas suas varinhas viris? Seria o sexo uma arte mágica, como as banais benzeduras e as venerações dos videntes? De cabeça baixa, Albuquerque apercebia-se das moções projectadas no lençol como se fossem sombras dançarinas nas paredes do seu crânio: afinal, que culto venéreo se prestava naquela praça, sob a égide do faliforme tóteme tartéssico? Seria clarividente o suficiente para descortinar se era um sonho ou o “agora”? No lençol, a mulher curvou-se para desencobrir a virilha do homem, a imagem ampliou-se e os velhos viram-se estupefactos diante de um grande olho. O espanto da assistência despertou Albuquerque das suas contemplações: achou que aquilo era estranho, mas não deu importância.»
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tertúlia Literária do Clube ANA
No passado dia 29 de Abril, fui o convidado especial da Tertúlia Literária do Clube ANA (do aeroporto de Lisboa): encontro informal de autores com os leitores, que já contou com as presenças de Lídia Jorge e Rui Zink. O final desse dia esteve tempestuoso - logo adequadíssimo a uma conversa de três horas sobre o meu romance O Evangelho do Enforcado (Saída de Emergência, 2010).
Obrigado à Isabel Pina e restante organização pelo convite e pelo registo em vídeo de parte da tertúlia.quinta-feira, 3 de março de 2011
Hoje no "Café Com Letras"

Hoje, às 21H30, estarei na Biblioteca Municipal de Algés para participar na tertúlia literária Café Com Letras, numa conversa moderada por Carlos Vaz Marques. Será uma conversa informal sobre o meu trabalho e prometo revelar o título do meu novo romance, a ser publicado neste primeiro semestre pelas edições Saída de Emergência.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Eles comem tudo, eles comem tudo...
que, infelizmente, nesta imagem não aparece, e eu.)
... eles comem tudo e não deixam nada.
Nada?!
Nada como uma vampirada em pleno período de campanha eleitoral, desta feita na Praça Luís de Camões, promovido a nova zona erógena de Lisboa desde que castraram o Bairro Alto. Depois de uma dose de cultura alucinante, oferecida de bandeja por mim, por João Seixas e Rui Baptista, por cortesia da Editora Objectiva que se lembrou de organizar este excelente espaço de convívio em volta dos livros, o público ficou exangue. A conversa sobre vampiros na literatura fez-se com o livro A Estirpe, de Guillermo Del Toro e Chuck Hogan, como eixo. Eu já li e recomendo: é uma história intensa, com substrato referencial e, felizmente, sem o sentido de humor adolescente de "coisas" que por aí andam a sair ao Sol e que - essas sim! - metem medo pelos motivos errados. Ora quem trata os vampiros por tu não irá ter medo nenhum d'A Estirpe; pelo contrário, vai divertir-se e ficar à espera do próximo volume.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Afiem os dentes!
No próximo fim de semana (dias 19 e 20), a editora Objectiva promove um evento ambicioso: dois dias, ininterruptos, dedicados aos livros e às conversas que os orbitam, pelas vozes de autores, editores e leitores. Trata-se, pois, de um encontro que os bibliófilos e os curiosos de ocasião não devem perder, na Praça Luís de Camões.
No âmbito deste evento, e na noite de sábado para domingo, a partir das 23H30, irei participar numa tertúlia literária, cujo tema são os vampiros: A Literatura Fantástica e o Universo Vampírico.
Em conjunto com João Seixas, Maria do Rosário Monteiro, Rui Baptista e Pedro Sena Lino, a conversa terá como mote a edição portuguesa do livro A Estirpe (The Strain) do realizador de cinema Guillermo del Toro e do escritor Chuck Hogan, primeira parte de uma trilogia sobre uma epidemia de vampirismo.
Recebi o livro hoje e pelo que já li parece-me bem feito, com todas as coisas nos sítios certos. Tem, também, um certo ambiente construído "à maneira antiga", que deverá casar muitíssimo bem com o dinamismo que a narrativa principal promete.
Amantes de literatura de horror, fãs de histórias com vampiros ou, simplesmente, insones que andem a velar pelo centro da cidade, são bem-vindos. Haverá, certamente, lugares para todos.
Recebi o livro hoje e pelo que já li parece-me bem feito, com todas as coisas nos sítios certos. Tem, também, um certo ambiente construído "à maneira antiga", que deverá casar muitíssimo bem com o dinamismo que a narrativa principal promete.
Amantes de literatura de horror, fãs de histórias com vampiros ou, simplesmente, insones que andem a velar pelo centro da cidade, são bem-vindos. Haverá, certamente, lugares para todos.
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Sobre Poe e sobre outras coisas
Na próxima quarta-feira, às 17H00, vou participar num debate sobre a obra e a vida de Edgar Allan Poe, que terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em conjunto com Hélia Correia, José Luís Peixoto, Pedro Mexia e Luís Filipe Silva.Esta tertúlia insere-se no programa integral do evento Poe and Gothic Creativity, a decorrer entre os dias 18 e 20 deste mês. Consultem a programação para ficarem a saber quais são as restantes palestras e actividades que poderão assistir.
A minha nova banda desenhada, que consistirá num comic book ágil, intenso e despudorado, intitula-se Mucha e será uma história madura de horror. Não é o meu regresso à BD porque, desde a publicação de A Última Grande Sala de Cinema (premiado com uma bolsa de criação literária do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas) até agora, já escrevi diversas coisas (como esta), mas, com efeito, é o regresso em álbum. Estou muito entusiasmado. Prometo-vos emoções fortes...
quinta-feira, 5 de março de 2009
Back to school (com Pessoa e Poe)
Ontem fui à Escola Secundária Augusto Cabrita, no Barreiro, para falar a alunos e professores sobre o meu romance A Conspiração dos Antepassados.Descobrir o modo como receberam o livro foi muito interessante, assim como perceber que, com efeito, se trata de um título que lhes diz bastante - a vários níveis. Foi recompensador sentir tanto entusiasmo. Agradeço à docente Natália Nunes, professora de português que me convidou, como à aluna Ana Sofia que realizou uma bem documentada apresentação, prévia à minha exposição, e que muito gostei de assistir.
Daqui a uns dias, vou regressar à escola, mais uma vez, para participar num colóquio sobre o autor Edgar Allan Poe, no âmbito do evento Poe e a Criatividade Gótica, que terá lugar entre os dias 18 e 20 deste mês na Universidade de Lisboa. Consultem a programação para ficarem a saber quais as palestras e intervenções, organizadas em órbita da obra desse autor norte-americano, em que poderão estar presentes.Eu participarei num debate a ocorrer no dia 18, às 17H30, na Faculdade de Letras, juntamente com os escritores Hélia Correia, José Luís Peixoto, Pedro Mexia e Luís Filipe Silva.
Esta celebração do bicentenário do nascimento de Edgar Allan Poe é organizada pelo Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa (CEAUL/ULICES).
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fotos de Braga e Porto
Seguiu-se uma tertúlia literária no estaleiro cultural bracarense Velha-A-Branca, conduzida por António Ferreira (foto), na qual falei sobre os temas dos meus romances, o meu método criativo e literatura fantástica.
Agradeço ao António Ferreira, à Rádio Universitária do Minho, à associação cultural Velha-A-Branca e, ainda, ao Diogo e ao Alexandre, todos os esforços para que a minha estadia se pautasse pelo melhor possível: obrigado por tudo!
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Em Braga e no Porto com Lisboa (Triunfante)
No próximo dia 16 de Janeiro, estarei no fórum da loja FNAC de Santa Catarina, no Porto, às 18H00, para falar sobre Lisboa Triunfante, o meu novo romance. A apresentação do livro será realizada pelo crítico e autor João Seixas (Os Meus Livros).No dia anterior (quinta-feira), pelas 22H00, serei o convidado das Conversas no Tanque, organizadas pela associação cultural Velha-a-Branca, de Braga. Falarei com os leitores sobre o meu trabalho e autografarei os livros que levarem.
Quatro horas antes, serei entrevistado pelo jornalista e académico António Ferreira para o programa Livros com Rum da Rádio Universitária do Minho.
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