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sábado, 19 de março de 2011

"Lisboa: Estado Sólido"

Quarta e última observação do meu spoken word Lisboa (2002), com textos e voz meus e misturas e produção de Fernando Matias, intitulada Estado Sólido. No seguimento do terceiro capítulo Hep, Hep, Hep!, consiste numa ficção sobre o terramoto de 1 de Novembro de 1755, no qual ele surge como um vórtice onde vertem, em coexistência e no mesmo plano, diferentes Lisboas e diferentes datas, numa intrincada tapeçaria de correspondências. Um texto simbólico que não versa tanto sobre o terramoto real, como versa sobre a própria arquitectura da história.


sexta-feira, 18 de março de 2011

"Lisboa: Hep, Hep, Hep!"

Terceira observação do meu spoken word Lisboa (2002), com textos e voz meus e misturas e produção de Fernando Matias, intitulada Hep, Hep, Hep!. No seguimento do segundo capítulo O Corvo e a Rosa, consiste numa necroscopia do anti-semitismo lisboeta, e europeu, numa sobreposição, no mesmo plano, de várias épocas e lugares.

quinta-feira, 17 de março de 2011

"Lisboa: O Corvo e a Rosa"

Segunda observação do meu spoken word Lisboa (2002), com textos e voz meus e misturas e produção de Fernando Matias, intitulada O Corvo e a Rosa. No seguimento do primeiro capítulo A Arquitectura da História, consiste numa invocação alquimitológica sobre os corvos de Lisboa, mais uma vez feita de história, mitos e universo autoral.

"Lisboa: A Arquitectura da História"

Em 2002, gravei o spoken word Lisboa: um ensaio mitológico sobre a cidade, que mistura história, mitologia e o meu universo de autor. Quatro observações o compõem, num entretecer e baralhar de épocas, datas e lugares, às vezes coexistentes no mesmo plano. Este é o primeiro capítulo: A Arquitectura da História. Texto e voz meus e misturas e produção de Fernando Matias.