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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Novidades para 2016
Novidades para 2016 - no próximo ano, a Kingpin Books reeditará dois livros meus: O Pequeno Deus Cego (2011), escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa, e o meu clássico A Última Grande Sala de Cinema (imagem em anexo), escrito e desenhado por mim e publicado originalmente em Janeiro de 2003. Este título, em especial, será uma surpresa para os fãs, pois consiste no último livro que desenhei e muitos leitores que me começaram a ler depois da data da sua edição não fazem ideia de que desenhei a maioria dos meus primeiros livros de banda desenhada. Assim, a Última Grande Sala de CInema irá abrir para mais uma sessão.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
«Sepulturas dos Pais», um teaser + Autógrafos na Feira do Livro de Lisboa
Lembro que no próximo domingo, dia 8, das 17H30 às 19H00, estarei na Praça Amarela da Feira do Livro de Lisboa para assinar exemplares dos meus livros. Aí perto, encontra-se o stand da distribuidora Europress, no qual poderão encontrar algumas das minhas obras mais recentes em banda desenhada, publicadas pela editora Kingpin Books, como O Pequeno Deus Cego (2011) e Palmas Para o Esquilo (2013). Estes títulos foram desenhados por Pedro Serpa.
Também na Feira do Livro de Lisboa se encontram os stands da editora Saída de Emergência, onde poderão encontrar os meus romances Batalha (2011), O Evangelho do Enforcado (2010), Lisboa Triunfante (2008), A Conspiração dos Antepassados (2007) e, também, o livro de banda desenhada É de Noite Que Faço as Perguntas (2011).
No que concerne ao meu próximo livro, Sepulturas dos Pais, escrito por mim, desenhado por André Coelho e legendado por Mário Freitas, deixo este teaser, feito com as primeiras cinco páginas. Sepulturas dos Pais consiste numa observação negríssima sobre o facto de que nem sempre o maravilhoso oferece redenção (será editado em Novembro pela Kingpin Books).
domingo, 27 de outubro de 2013
Fotos e reflexões do meu 1º fim de semana no Amadora BD 2013
Apresentação de Palmas Para o Esquilo (Kingpin Books, 2013), com o editor Mário Freitas, eu e Pedro Serpa. Palmas Para o Esquilo, escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa, está nomeado para três Prémios Nacionais de Banda Desenhada: Melhor Álbum, Melhor Argumento e Melhor Desenho.
A entrada da minha exposição David Soares: O Acto da Escrita é um Acto de Autor: «David Soares é um autor multifacetado, cuja obra, que explora diversas linguagens narrativas (a prosa, a narrativa sequencial e a palavra-falada), é composta por romances, bandas desenhadas, livros de contos e de ensaios, assim como discos de spoken word. A palavra é o elo de ligação entre estas linguagens narrativas, que, no universo autoral de David Soares, partilham especificidades, permutam possibilidades e celebram o poder iluminante da imaginação. Em bandas desenhadas como O Pequeno Deus Cego, mas também em romances como Batalha e em discos como Os Anormais, o leitor é, sempre, convidado pelo autor a deixar-se transformar, tanto por imagens de Treva como por palavras de Luz.
David Soares recebeu três troféus de Melhor Argumentista Nacional pelo seu trabalho em banda desenhada e a revista literária Os Meus Livros definiu-o como sendo "o mais importante autor português de literatura fantástica".»
Posto de escuta com o meu disco de spoken word Os Anormais: Necropsia De Um Cosmos Olisiponense (Necrosymphonic Entertainment/Raging Planet 2012), escrito e interpretado por mim e com música e produção de Charles Sangnoir (La Chanson Noire, Karuniiru).
Vitrina com o meu trabalho em prosa.
As caveiras da gruta de Wang, o Castrador, o dragão de O Pequeno Deus Cego, são o Gólgota do 24º Amadora BD. (A concepção cénica e execução da exposição são de Catarina Pé-Curto e Ângela Ribeiro.)
Nesta parede pode ver-se uma amostra do meu trabalho a solo em banda desenhada, com pranchas dos livros Sammahel e A Última Grande Sala de Cinema (Círculo de Abuso, 2001, 2003), escritos e desenhados por mim.
Nas paredes, os visitantes poderão ler impressões dos meus argumentos finais dactilografados, correspondentes aos livros dos quais existem pranchas originais nesta exposição (Mucha, É de Noite Que Faço as Perguntas, O Pequeno Deus Cego e Palmas Para o Esquilo), assim como os meus layouts (planificações das pranchas), que dou aos desenhadores que colaboram comigo para eles seguirem.
Nesta foto, atrás de mim, encontram-se reproduções dos meus blocos de notas com os apontamentos que estiveram na origem de O Pequeno Deus Cego: primeiros esboços de personagens e diálogos e os primeiros layouts pré-argumento dactilografado. Estes layouts pré-argumento dactilografado são a primeira escrita em imagens do livro, antes de serem passados a limpo nos layouts finais pós-argumento dactilografado. No entanto, poderão ver que já correspondem exactamente ao resultado final que se pode ler no livro. Isto acontece, porque, de maneira geral, aquilo que imagino inicialmente nunca se transforma: desde o início que visualizo o livro como um todo; por conseguinte, todas as imagens e sequências que imagino entrosam-se para um desígnio final - tanto na transmissão da mensagem, como naquilo que concerne à transmissão do tom da narrativa. O tom é a voz do livro, paralela à voz autoral. Cada livro tem um tom próprio, que é algo muitíssimo delicado de capturar e, ainda mais, de manter.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
'Fan art' de «O Pequeno Deus Cego»?
Este graffiti pintado numa parede da estação de caminho-de-ferro de Santarém será um retrato de fan art do dragão Wang, o Castrador, personagem do livro de banda desenhada O Pequeno Deus Cego, escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa (Kingpin Books, 2011)?
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Recordando doze anos de banda desenhada (2000-2012)
A iniciativa de criar este prémio excepcional - Troféus Central Comics 2001-2012 - consiste, também, numa homenagem à banda desenhada portuguesa que foi criada e editada ao longo desses anos: numa conjuntura actual de mercado cada vez mais desmemoriada e desenraizada, é uma boa oportunidade para recordar (ou descobrir) alguns dos mais importantes livros portugueses de BD que marcaram a primeira década deste século, como, por exemplo, A Pior Banda do Mundo: O Quiosque da Utopia de José Carlos Fernandes (Devir), Salazar, Agora na Hora da Sua Morte de João Paulo Cotrim e Miguel Rocha (Parceria A.M.Pereira) e O Amor Infinito Que te Tenho de Paulo Monteiro (Polvo). Aliás, só o facto de se voltar a chamar a atenção para estes três títulos indispensáveis, entre tantos outros, demonstra a pertinência destes Troféus Central Comics 2001-2012 e, além disso, relembra a riqueza de estilos, escolhas e abordagens com que a BD portuguesa sempre se fez.
Inscrevendo-me no exercício de memória a que somos convidados acima, não quero deixar de evocar, em breves apontamentos, a minha própria obra de banda desenhada (de 2000 para cá): não só porque ela me orgulha bastante, como, neste momento, em que preparo dois novos livros de BD (um para ser editado em 2013 e outro em 2014), penso que é fundamental exemplificar que é o trabalho árduo e contínuo - de rigor e de imaginação - que faz a carreira de um autor.
Cidade-Túmulo (Círculo de Abuso, 2000)
Argumento e desenhos: David Soares
«Metáfora assustadora do que, lentamente,
se alimenta do velho para construir o novo.»
Ler, Vida.pt
«Negro. Violento. Denso. Excelente.»
Mondo Bizarre
Mr. Burroughs (Círculo de Abuso, 2000; Frémok, 2003)
Argumento: David Soares; Desenhos: Pedro Nora
Prémios Amadora BD: Melhor Argumentista Nacional e Melhor Desenhador Nacional (2001)
«David Soares medita sobre a criação e os seus custos, pagos nas moedas torturadas em que se costuma resgatar o génio.»
Jornal de Letras
«Texto rigoroso e surpreendente.»
Les Inrockuptibles (França)
Sammahel (Círculo de Abuso, 2001)
Argumento e desenhos: David Soares
Troféu Central Comics: Melhor Argumentista Nacional (2001)
«Uma das obras mais sofisticadas da nova BD nacional.»
Diário de Notícias
A Última Grande Sala de Cinema (Círculo de Abuso, 2003)
Argumento e desenhos: David Soares
Livro vencedor de uma Bolsa de Criação Literária do IPLB/Ministério da Cultura
«Inspirado na magia das velhas salas, apresenta uma narrativa cheia de referências ao mundo das paixões e técnicas cinematográficas (...)
recortadas por uma fina ironia.»
Premiere
«Como se encara uma nova proposta de David Soares? Com a presunção imediata de um mundo inventivo, delirante, macabro, detalhado, pensado, onde as palavras fluem em movimentos hipnóticos. O talento de David Soares explode.»
Jornal de Letras
Mucha (Kingpin Books, 2009)
Argumento: David Soares; Desenho: Osvaldo Medina; Arte-Final: Mário Freitas
«Hábil na criação de uma escalada de
sufoco (...) quanto à ameaça que a
epígrafe de Sófocles, na Antígona, lança na página que antecede a narrativa: "Estas coisas são de um futuro próximo." Mais do que o zumbido contínuo das moscas, são essas palavras que ecoam em cada prancha de Mucha.»
LER
É de Noite que Faço as Perguntas (Saída de Emergência, 2011)
Argumento: David Soares; Desenho: Jorge Coelho, João Maio Pinto, André Coelho, Daniel Silvestre da Silva, Richard Câmara
«Uma narrativa prenhe de símbolos e leituras simbólicas.»
Os Meus Livros
«David Soares pesquisa mais fundo, tenta traçar um retrato mental do país (...) um livro que vale a pena ler, decifrar, discutir».
Jornal de Letras
O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books, 2011)
Argumento: David Soares; Desenho: Pedro Serpa
Prémio Amadora BD: Melhor Argumentista Nacional (2012)
«Como en toda
la obra de Soares, el mejor guionista de la historieta portuguesa contemporánea,
O Pequeno Deus Cego cuenta con las palabras justas. Como un mago, Soares navega entre la vida y la muerte, entre el sueño y
la conciencia, entre la palabra y la imagen, entre la alegría y el
sufrimiento.»
La Bitacora de Maneco (Argentina)
«Uma alegoria em torno da ignorância e da urgência do seu antídoto (...) para explorar a natureza humana a partir de tempos e lugares concretos, mas projectando as suas incertezas e os seus gestos mais memoráveis ao longo de um arco cronológico sem princípio nem fim.»
LER
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Crítica argentina a «O Pequeno Deus Cego»
Excelente crítica a O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa no weblog do crítico argentino Fernando Ariel Garcia:
«Como en toda la obra de Soares, el mejor guionista de la historieta portuguesa contemporánea, O pequeno deus cego cuenta con las palabras justas.En este caso, cortas como puñales. Ideales para abordar las paradojas que exhibe la Creación, las similitudes y diferencias que hacen de los contrarios una fuerza primaria capaz de retroalimentarse y definirse por comparación. Como un mago, Soares navega entre la vida y la muerte, entre el sueño y la conciencia, entre la palabra y la imagen, entre la alegría y el sufrimiento.»
terça-feira, 13 de novembro de 2012
No 23º Amadora BD...
...numa sessão de autógrafos, com alguns dos meus livros (O Pequeno Deus Cego, É de Noite Que Faço as Perguntas e Mucha: todos nomeados, nos últimos três anos, para os três principais Prémios Nacionais de Banda Desenhada - Melhor Álbum, Melhor Argumento e Melhor Desenho; sendo que, este ano, O Pequeno Deus Cego deu-me o prémio de Melhor Argumento). Também pode ver-se Os Anormais: Necropsia De Um Cosmos Olisiponense, o meu mais recente disco de spoken word, com música de Charles Sangnoir.
(Foto de Álvaro Santos.)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Novo livro de David Soares e Pedro Serpa: «Palmas Para o Esquilo»
Agora que O Pequeno Deus Cego, livro de banda desenhada escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa (Kingpin Books) foi premiado com um Prémio Nacional de Banda Desenhada para Melhor Argumento de Autor Português no 23º Amadora BD, é com um entusiasmo especial que desvendo uma prancha do nosso novo livro, a editar pela Kingpin Books no próximo ano: Palmas Para o Esquilo.
Palmas Para o Esquilo, escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa, consiste numa observação complexa sobre o universo da loucura e o elo que poderá ou não existir entre ele e o da criatividade: uma história erudita e sensível que evita os lugares comuns que costumam marcar presença em narrativas sobre distúrbios mentais para investir numa abordagem muito mais realista, muito mais compassiva e muito mais artística. A ler, pois, em 2013.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
«O Pequeno Deus Cego»: sessão de autógrafos no Amadora BD no próximo dia 11
Wang, o Castrador, o dragão mais filosófico da
banda desenhada portuguesa é uma das personagens principais de O
Pequeno Deus Cego (Kingpin Books), livro de BD escrito por mim e desenhado por Pedro Serpa, que foi premiado nesta edição do Amadora BD
com o Prémio Nacional de Banda Desenhada para Melhor Argumento de Autor
Português. A sua segunda edição está disponível no stand da Kingpin
Books e no próximo Domingo, dia 11, eu estarei presente no Amadora BD
para uma sessão de autógrafos das 17H00 às 19H00.
Divulguem e apareçam:
atrevam-se a ler O Pequeno Deus Cego, uma história iniciática sobre a
saída das Trevas para a Luz.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Entrevista com David Soares e Pedro Serpa
Vale a pena recordar a reportagem feita o ano
passado no 22º Amadora BD, com entrevista a mim e a Pedro Serpa, sobre o
lançamento de O Pequeno Deus Cego (Kingpin Books): livro de banda
desenhada que foi premiado no Sábado passado com o Prémio Nacional de
Banda Desenhada para Melhor Argumento de Autor Português. A ver nesta
ligação: http://www.tvamadora.com/Video.aspx?videoid=1496
A segunda edição de O Pequeno Deus Cego está disponível no stand da Kingpin Books durante esta vigésima terceira edição do Amadora BD até ao próximo dia 11.
sábado, 3 de novembro de 2012
«O Pequeno Deus Cego» premiado no Amadora BD
Nesta edição do AMADORA BD,
ganhei o Prémio Nacional de Banda Desenhada para Melhor Argumento de
Autor Português pelo livro O Pequeno Deus Cego (uma edição Kingpin Books, desenhado por Pedro Serpa). O Pequeno Deus Cego também foi nomeado para Melhor Álbum Português e
Melhor Desenho de Autor Português e a sua segunda edição está disponível
no stand da Kingpin Books durante este festival (que termina no próximo dia 11).
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