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sábado, 22 de novembro de 2014

«The Seven Who Fled»: recomendação literária


Alguns leitores perguntaram-me o título e o autor do romance sobre o qual falei na minha participação na mesa-redonda sobre banda desenhada no Fórum Fantástico deste ano, porque não tinham percebido bem as minhas palavras. É este: The Seven Who Fled, de Frederic Prokosch. Leiam, que é divinal -- mas informo os mais incautos que este livro não é fácil e, além disso, é totalmente adverso ao tipo de literatura aforismática que alguns parecem tanto gostar, porque não dá trabalho a pensar. Aqui, meus caros, está-se a falar de literatura a sério, com L grande. Aqui fica um excerto:

«People and animals who know that death is coming, instinctively walk to certain remote and quiet haunts which subconsciously, without thinking or understanding why, they have remembered and selected for retreat on some previous excursion. It may be a quiet corner of the forest or a quiet spot on a hill, a peaceful cavern or a protected niche among rocks: they recognize it when they see it, for they have saved it for this ocasion without knowing it, quite unawares. When the time comes, they go and hide there, knowing that it is quiet and familiar and that they will be left alone. With human beings it is frequently a secret retreat, not in the landscape, but in the mind; an attitude; a vision of some kind, perhaps; but it does the same thing for them.»

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

«Sepulturas dos Pais» no Fórum Fantástico 2014



Ontem, no Fórum Fantástico 2014: Sepulturas dos Pais (Kingpin Books), comigo e André Coelho. Apontamento de uma mesa-redonda sobre banda desenhada, com moderação do crítico João Miguel Lameiras. Entre outros assuntos, falo sobre o meu método de escrita para banda desenhada e a razão pela qual a magia não está, de forma alguma, interessada em nós.
Sepulturas dos Pais é escrito por mim e desenhado por André Coelho.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Participação no Fórum Fantástico deste ano (domingo, dia 16)


Uma nota rápida para informar que no próximo domingo, dia 16, às 17H45, estarei na edição deste ano do Fórum Fantástico (Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras, Lisboa) para participar na mesa-redonda sobre banda desenhada, moderada pelo crítico João Miguel Lameiras. Comigo estarão André Coelho, desenhador de Sepulturas dos Pais (Kingpin Books), o meu novo livro de banda desenhada, assim como outros artistas convidados.

Este ano, o grande convidado estrangeiro do Fórum Fantástico é o escritor galês Rhys Hughes, autor cujos trabalhos recomendo com entusiasmo: descubram-no este ano e apareçam para a mesa-redonda sobre bd, porque será, provavelmente, a última aparição pública que farei este ano -- quem quiser autógrafos ou, simplesmente, conversar, terá aqui a sua oportunidade.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vídeo das Conversas de Horror no FF 2013



Vídeo da mesa-redonda Conversas de Horror, que decorreu no Fórum Fantástico 2013, no passado dia 15 de Novembro: são quase quarenta minutos de um debate (moderado por Rogério Ribeiro) que se estendeu durante hora e meia e no qual tive a surpresa e a satisfação de, no final da minha segunda intervenção, ter sido aplaudido espontaneamente por toda a assistência (momento que, infelizmente, este vídeo não chega a mostrar).
Embora muitíssimo desigual, foi um debate muitíssimo interessante que me deu vontade de, num futuro próximo, sintetizar aqui no weblog uma breve história do horror, com base nas minhas apuradas investigações (escrevi «breve», porque o tema só poderá ser desenvolvido de modo satisfatório num livro).

O vídeo publicado acima foi filmado pelo autor português de ficção científica Luís Filipe Silva. Se algum leitor dos Cadernos de Daath filmou integralmente esta conversa ou tem conhecimento da existência desse registo, por favor contacte-me através do endereço de email indicado no lado direito desta página, de modo a que eu possa divulgar o vídeo. Obrigado.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Conversas de Horror

 
Recordo que na próxima sexta-feira, às 18H00, irei estar no Fórum Fantástico 2013 (Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa) para participar numa mesa-redonda denominada Conversas de Horror. Os meus companheiros de discussão serão o académico António Monteiro e os realizadores José Pedro Lopes e Pedro Santasmarinas.
O Fórum Fantástico é organizado por Rogério Ribeiro.

Quanto à imagem que ilustra este artigo, lembrei-me dela por duas boas razões: a primeira é porque se relaciona, cromatica e ictiologicamente, com o belo poster que assinala o evento deste ano (podem vê-lo aqui) e a segunda, mais relacionada comigo e com o tema sobre o qual vou botar faladura, é porque, como disse (disse mais ou menos, porque a minha memória já não é o que era) o crítico de arte australiano Robert Hughes, "há mais morte no quadro da truta anzolada, pintado por Courbet, que nas crucificações pintadas por Rubens" (e creiam que Hughes tinha razão: vejam a cara deste Cristo). Mais morte e, acrescento eu, mais horror, porque horror e morte andam de línguas enroladas.

Entretanto, os amantes de cultura popular que me estão a ler reconhecerão vestigialmente o nome do espantoso pintor francês Gustave Courbet por culpa da barracada armada há uns anos em Braga quando numa feira do livro a polícia confiscou cinco exemplares do título Pornocracia, da cineasta Catherine Breillat, cuja capa, que reproduz a pintura L'Origine du Monde (da autoria do supramencionado Courbet), exibindo a pogonotrófica pudenda de Joanna Hiffernan, amante do artista, enrubesceu as maçãs dos rostos de alguns leitores de domingo apanhados de surpresa. (Existem duas trutas courbetianas: uma, marronada, no Musée d'Orsay e esta, esmeraldina, na Kunsthaus de Zurique.)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Fórum Fantástico 2013


No próximo dia 15 de Novembro, às 15H00, abrirá ao público na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa, a edição deste ano do Fórum Fantástico, o mais importante evento do género em Portugal: serão três dias de apresentações, palestras e outras surpresas, sempre relacionadas com o debate e a divulgação do Fantástico nas artes. Este ano, o grande convidado internacional será o escritor inglês Ian McDonald, autor de River of Gods e Brasyl - aliás, será em volta deste título que orbitará a sua intervenção no Fórum Fantástico 2013, com a sua apresentação marcada para as 18H00 do dia 16 de Novembro.


Eu estarei presente no dia 15, às 18H00, para uma mesa-redonda intitulada Conversas de Horror, juntamente com o académico António Monteiro e os realizadores José Pedro Lopes e Pedro Santasmarinas.

O cartaz fabuloso é da autoria de Pedro Marques. O Fórum Fantástico é organizado por Rogério Ribeiro.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fórum Fantástico 2011


Começa hoje, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa, o Fórum Fantástico 2011 (até domingo 20, inclusive). Com organização de Safaa Dib e Rogério Ribeiro, é a mais importante convenção portuguesa relacionada com a divulgação e promoção do Fantástico nas artes e a programação deste ano tem muitos motivos de interesse, como debates, apresentações e uma retrospectiva da obra do cineasta e escritor António de Macedo (que este ano editou o livro O Sangue e o Fogo pela editora Saída de Emergência). Curiosos, fãs e especialistas, o Fórum Fantástico faz-se com todos e aguarda por vós para mais uma edição de peso. O fabuloso cartaz é da autoria de Pedro Marques.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Painel "Lisboa Fantástica" (quase) completo

Já se encontram disponíveis mais vídeos do painel Lisboa Fantástica, que ocorreu no Fórum Fantástico 2010: um debate moderado por Rui Tavares, com a minha participação, a de João Barreiros e a de Octávio dos Santos. É uma pena ainda não ser o registo completo, porque muito mais se disse (ainda faltam trinta ou quarenta minutos, se não estou errado). Se aparecerem mais filmes, eu publico-os aqui, nos Cadernos de Daath.
Os vídeos seguintes são da autoria de Raquel Garrido.





terça-feira, 16 de novembro de 2010

Lisboa Fantástica - Um Vislumbre

Vídeo da minha primeira intervenção no painel Lisboa Fantástica, no 5º Fórum Fantástico (Sábado, 13 de Novembro), com as participações de João Barreiros e Octávio dos Santos e moderação de Rui Tavares.
Excerto filmado por Paulo Brito.


domingo, 14 de novembro de 2010

Lançamento de "A Luz Miserável" no 5º Fórum Fantástico

O lançamento de A Luz Miserável (Saída de Emergência) no 5º Fórum Fantástico foi um sucesso. Auditório cheio e vendidos quase todos os livros disponíveis na banca da editora. Obrigado a todos os leitores, conhecidos e novos, que apareceram e ajudaram a fazer do evento um acontecimento especial.
Estes vídeos do lançamento foram filmados por Raquel Garrido.



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Nova hora para lançamento de "A Luz Miserável"

O lançamento de A Luz Miserável (Saída de Emergência) no 5º Fórum Fantástico será às 17H30 (data definitiva). Apareçam e passem a palavra. Obrigado.

Entretanto, amanhã, às 16H45, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Anfiteatro III), estarei presente na sessão À conversa com David Soares.
Incluída no colóquio Mensageiros das Estrelas (organizado pelo Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa), e moderada por João Barrelas, consistirá numa conversa sobre o meu trabalho de escritor de literatura fantástica. Será, também, uma oportunidade para os leitores colocarem perguntas sobre os meus livros, num ambiente académico e conveniente à reflexão aprofundada dos assuntos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"A Luz Miserável" no Fórum Fantástico 2010


«Enquanto esperava por Joni, o grupo reunido na suite do último andar do hotel procurava decifrar os sons remissos que atravessavam o chão alcatifado. Mulheres elegantes, acompanhadas por homens vestidos com roupas escuras, olhavam para as pontas dos sapatos, e consultavam os relógios, enquanto dois serviçais deambulavam pela sala com tabuleiros nas mãos: um com comida e outro com bebidas; hoplitas do catering. Atrás da assistência disposta em círculo no centro da sala, em volta de um candelabro com velas acesas, as janelas estavam fechadas e o calor, mesmo com o ar condicionado ligado, era torturante. Um homem novo levantou-se da cadeira para que um velho, suado e cansado de esperar em pé, se sentasse e fez sinal ao criado para pedir uma flute de champanhe. O ruído dos hóspedes do piso inferior continuava a arrogar as atenções dos convidados e a despertar-lhes os nervos: era possível distinguir música e algo orgânico escondido entre as notas; como larvas alimentando-se de uma carcaça. Encostado a uma parede, um dos homens escrevia uma mensagem no telemóvel; outro chocalhava suavemente o porta-chaves que tinha no bolso. Então, Joni entrou na suite. Mortellite não vinha com ela.
'Boa tarde’, disse. ‘Obrigado por terem vindo.' Caminhou até ao centro da sala e esclareceu: ‘A Madame Mortellite não se sente bem, mas realizará a sessão. Peço-vos que aguardem uns minutos.'
'Que se passa?', perguntou uma mulher, com sotaque americano. 'Adoeceu?' A anfitriã respondeu:
'Felizmente, não.' Joni sabia que Mortellite estava deitada no quarto, cheia de dores menstruais. 'Ela está a caminho.' Agradeceu a paciência do público e saiu.
Desceu as escadas e avançou pelo corredor bem iluminado até ao quarto de Mortellite onde a encontrou de pé junto à janela. Estava a vestir um blazer branco.
'Podes fazê-lo?'
'Claro', anunciou a outra. 'A dor ajuda.' Puxou as mangas da camisa e compôs o blazer. Entrou na casa de banho por uns momentos e saiu com o cabelo amarrado num rabo-de-cavalo. O seu perfume cheirava a madeira verde. Bateu palmas e fez sinal a Joni para que abrisse a porta.
'Comeste alguma coisa?', perguntou-lhe Joni, apontando para o cesto cheio de frutas que estava em cima da cama, ainda com o revestimento de celofane inviolado.
'Não’, respondeu Mortellite. ‘Não comi.’ Subiu as escadas atrás de Joni, em direcção à suite onde os convidados a esperavam; olhou para a superfície espelhada das fotos penduradas nas paredes em busca da sua própria imagem, mas o vidro era anti-reflector.
Quando entrou no aposento sentiu a antecipação da assistência e alguma raiva. Avançou até ao centro, abanando a luz das velas com o vento dado pela sua deslocação, e, sem dizer nada, fitou com os olhos bem abertos os pavios incandescentes. Uma cãibra beliscou-lhe o ventre e o mênstruo verteu-lhe para as cuecas: esquecera-se de usar um tampão. Antes do silêncio submergir a suite, ouviu um homem ser calado de modo brusco por uma mulher; o ruído que assolava do piso inferior desapareceu progressivamente, como música afastando-se dos tímpanos de um ouvinte para seduzir outro. Enquanto se concentrava, viu um homem nu, encostado à parede do fundo da sala. Tinha cabelo e barba brancos e parecia exausto. Não estranhou a presença dele.
Encostada à porta, atrás do público, Joni apagara as luzes e observava o espectáculo: os pormenores fantásticos nunca falhavam em capturar a imaginação. Tudo tinha início inesperadamente, como se o momento tivesse esperado uma parteira desde sempre. Sentia um amor impetuoso durante as sessões. Poderia o interior do seu corpo preencher-se de amor como o fumo de tabaco preenche uma suite? Se sim, talvez fosse melhor deitar fora as fotografias e substituí-las por radiografias.
Uma matéria branca apareceu de repente sobre as pessoas.
Assustadas, elas levantaram-se das cadeiras, mas Joni sossegou-as.
'Sentem-se, por favor', disse com um sorriso. 'Não lhe toquem...', e apontou para a substância que rolava no ar. Cheirava a baunilha. 'E não serão tocados.'
Alheia aos movimentos do público, Mortellite continuava a dormir de olhos abertos. Estendeu os braços, mostrando a mão direita enluvada de branco, e a bola de matéria flutuou na sua direcção. Desfez-se em fatias como um novelo de minhocas sobre as palmas e assumiu rapidamente outra forma. Mais manifestações de matéria principiaram a aparecer na sua órbita; e no momento em que terminou a metamorfose, solidificando-se numa morfologia artropodiana, elas também se ossificaram em silhuetas raras, boiando no ar quente da respiração dos convidados: a excitação contida nesse bouquet podia ser provada.»

Um excerto do meu novo livro de contos de horror, editado pela Saída de Emergência, que será apresentado em exclusivo no próximo Fórum Fantástico.
O livro intitula-se A Luz Miserável e será composto por três contos: A Sombra Sem Ninguém (do qual é retirado o excerto reproduzido acima), A Luz Miserável e Rei Assobio.
Fiquem atentos porque, em breve, darei mais novidades sobre este lançamento.

(Imagem: The Witch of Endor Raising the Spirit of Samuel. William Blake, 1800)

sábado, 31 de julho de 2010

Fórum Fantástico 2010


De 12 a 14 de Novembro, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, o Fórum Fantástico cumpre mais uma edição, marcando-se como o mais importante evento do género em Portugal - e o único capaz de transcender com credibilidade o nicho em que o Fantástico, por vezes por culpa própria, se enquista, apresentando sempre uma programação interdisciplinar capaz de cativar tanto os especialistas como os curiosos de ocasião, sem cair, lá está, no facilitismo. O mérito da qualidade do Fórum Fantástico pertence à organização profissional de Rogério Ribeiro e Safaa Dib.

Alguns convidados, portugueses e estrangeiros, já foram anunciados no site do evento (no qual podem acompanhar as novidades alusivas ao Fórum Fantástico). Eu estarei presente para lançar um novo livro de contos de horror, editado pela Saída de Emergência.
Aproveito para revelar que me encontro a escrever um novo romance, com publicação prevista para o primeiro semestre de 2011.

Post Scriptum - O belo cartaz do Fórum Fantástico 2010 é da autoria de Pedro Marques.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Conversas Imaginárias

No próximo sábado vai ter lugar a primeira sessão do evento Conversas Imaginárias, organizado por Rogério Ribeiro, um dos criadores e organizadores do evento Fórum Fantástico que tem dado a conhecer aos leitores portugueses alguns dos mais relevantes autores de literatura fantástica em actividade, tanto estrangeiros como portugueses. É, pois, nessa óptica de divulgação - e de enriquecimento - que Conversas Imaginárias se apresentará aos leitores e apreciadores do Fantástico nas artes; nos dias 21 e 28 de Novembro, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras (Lisboa).

O programa é variado e conta com as participações de diversos autores portugueses de literatura fantástica, como António de Macedo, João Seixas, Luís Filipe Silva, João Barreiros e eu.
Consultem com regularidade o weblog do evento para ficarem a par de todas as novidades. Entretanto, o programa é o seguinte:

Sábado 21 de Novembro
(auditório da Bibloteca Municipal Orlando Ribeiro)

16:00-17:15 – Mesa-redonda: Concept artists nacionais.
Com Andreas Rocha, Gonçalo Sousa e Filipe Teixeira.

17:15-17:45 – Intervalo.

17:45-19:15 – Exibição de curtas-metragens e Mesa-redonda "Cinema Fantástico Português".
Com Rita Palma (moderação), Paulo Prazeres, António de Macedo, Filipe Melo e Pedro Florêncio.
Com a exibição de FRUNC, Papá Wrestling e I’ll See You In My Dreams.

Sábado 28 de Novembro
(auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro)

Feira do Livro Fantástico (em confirmação - no átrio).

15:00-15:45 – Mesa-redonda “Auto-edição em Portugal: oportunidades e problemas”.
Com Pedro Ventura (moderação), Paulo Fonseca e Rafael Loureiro (+ convidado a confirmar).

15:45-16:15 – Sugestões de Leitura.
Com João Barreiros, Nuno Fonseca e Cristina Alves.

16:15-16:45 – Intervalo.

16:45-17:45 – Mesa-redonda "Novidades em Banda-Desenhada".
Com Ricardo Venâncio, Rui Ramos, David Soares e Filipe Melo.

17:45-18:30 – Mesa-redonda “Novas aventuras do Fantástico Português”.
Com Telmo Marçal, Fábio Ventura, Bruno Martins, Ana Vicente Ferreira.

18:30-19:15 – Mesa-redonda "A Literatura Fantástica Portuguesa: Passado e Presente".
Com Maria do Rosário Monteiro (moderação), Safaa Dib e João Seixas (+convidados a confirmar).